MATO GROSSO
Botelho homenageia pacientes oncológicos assistidos pela AAPOC
MATO GROSSO
126 mulheres vão ser homenageadas amanhã (19), às 19h, na ALMT com Moção de Aplausos
No mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, o deputado Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, realiza às 19h, nesta terça-feira (19), uma sessão especial, no Plenário das Deliberações Deputado Renê Barbour para homenagear com Moção de Aplausos 126 pacientes assistidas pela Associação de Apoio aos Pacientes Oncológicos – AAPOC. Também serão agraciadas ‘anjos’, voluntárias que ajudam a associação.
“Essas mulheres realizam um trabalho belíssimo de ajuda ao próximo, por isso, merecem nosso reconhecimento e respeito”, afirma Botelho.
De acordo com a presidente da AAPOC, Janaina Santana, a homenagem valoriza o trabalho assistencial. “São verdadeiras guerreiras que lutam pela vida; Praticam o bem e fazem a diferença nos serviços da AAPOC nesses três anos de fundação”, destaca.
Ao todo, foram 32 mil atendimentos a entidade viabilizou: exames, biópsia, prótese de silicone, cateteres, entre outros. “Também oferecemos palestras sobre todos os tipos de cânceres. Nosso trabalho é realizado por meio de doações. Não medimos esforços para ajudar quem precisa”, explica Janaina.

Doação de marmitas
A AAPOC também auxilia com marmitas distribuídas gratuitamente às segundas-feiras e quintas-feiras, para paciente em tratamento no Instituto de Tumores e Cuidados Paliativos de Cuiabá – ITC, que oferta atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde – SUS. Além de doação de roupas e calçados destinados aos pacientes.
Casa de Apoio
Nos próximos meses deverá ser inaugurada a Casa de Apoio para Pacientes Oncológicos Carmen Lucia Peres de Faria. Obra conquistada graças ao desfile MT Fashion Chita, realizado em novembro do ano passado, que contou com a parceria do deputado Eduardo Botelho e da primeira-dama da ALMT, Sonia Meira Botelho.
Mais informações- AAPOC fica na Av. São Sebastião, em Cuiabá. Instagram: @aapoc.oficial.
LISTA DE HOMENAGEADAS – DIA DA MULHER
- ADELAIDE ALVES CARDOSO DA SILVA
- ADRIANA APARECIDA SOUZA SILVA
- ADRIANA CAMPOS
- AGREDA BREUS CERETTA
- ALESSANDRA ROBERTA OLIVEIRA BARROS
- ALINE HERANE ZIOLKOWSKI JONNIER
- ANA RITA LANA PASINATO
- ANDRÉIA ALVES CORRÊA CARNEIRO
- ANGELA ELOIZA ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA
- ANGELA MARIA OLIVEIRA
- ANGELA SANTANA DE OLIVEIRA
- ANNA ELIZA DE OLIVEIRA SILVA LEITE
- ARLETE ALVES DOS SANTOS
- BEATRIZ ALMEIDA DE OLIVEIRA LOPES
- BRUNA ELY GOUVÊA MANSUR BUMLAI
- CAMILA CAPISTRANO DE CAMARGO
- CARLA CRISTINE ASSUMPÇÃO DE ALMEIDA
- CARLA FERNANDA EUBANK GOMES
- CARLA PATRÍCIA DE O.MORAES
- CARLA TYENE NAKATA
- CRISTINA INOCÊNCIO GUIMARÃES
- DANIELA DE ARRUDA DIAS
- DANIELLY GOBBI
- DANÚBIA BARÃO DA COSTA RONDON
- DÁPHINE LUCIANA COSTA GAHYVA
- DAYANE BALCONI
- DENI MARIA PEREIRA
- DIANYEIRE DIAS DE SOUZA
- EDILVA PINTO DE MORAIS SOUZA
- EDLAINE RÚBIA ELIAS
- ELAINE TOMIE LEITE TOGOE KUNZE
- ELIANE MENEZES SAYED
- ELIANE RIBEIRO DE SOUZA
- ÉLIDA FERNANDES DA SILVA GOMES
- ELIDA RUBIA DA CONCEIÇÃO
- ELISANGELA DE OLIVEIRA MARQUES
- ELISÂNGELA SANTANA DE OLIVEIRA DANTAS
- ELIZETH PEREIRA PIMENTEL
- ELY REGINA CASSIANO PINHEIRO DE OLIVEIRA
- EMILY CAROLINA DE OLIVEIRA
- EMILY DE JESUS CAMPOS DOS SANTOS
- ERENICE RAMOS DA GUIA
- ERIKA TAQUES DE OLIVEIRA LISBOA
- ERLY NASCIMENTO SOUZA
- FÁTIMA REGINA CASTELI E PINHEIRO
- FERNANDA ELOIA SCHWINN
- FERNANDA GIACOMINI
- GILMARA CASTRO
- GIOVANNA LAURA GALVÃO COSTA
- GUIOMAR VALÉRIA GOMES
- HAIDE GONÇALVES VIANA
- IONE NAZARÉ DOS REIS
- ISABEL SILVANA MAGALHÃES ROCHA
- ISABELLA CRISTINA MORAES
- ISAURA ALVES DA MOTA
- IVANA MARA MATTOS MELLO
- JANAINA CRISTINA DE SOUZA
- JANAINA SANTANA DE OLIVEIRA
- JÉSSICA MONIQUE DIAS DE BARROS
- JESSICA WALKER
- JULIANE SILVA DE OLIVEIRA
- JUSCELIA G.PIOVEZAN
- JUSSIMARA DE CAMPOS BARBOSA
- KELLY CRISTINA DIAS LELIS
- LAIRA PONTES FERREIRA
- LAÍS LORENE BLASCZACK
- LEANDRA V. DE M. FAJARD OLIVEIRA
- LEILA FRANCISCA DOS SANTOS
- LETÍCIA MACHADO BORRALHO DIAS
- LOSINETE LOPES
- LUANA CARVALHO ALVES DE PAULA BORGES
- LUCIANA FERRAZ GOMES
- LUCIENE TAVEIRA ALVES
- LUCIMAR BIAZUS
- LURDINHA CORRÊA
- MARA CRISTINA DE OLIVEIRA SANCHES
- MÁRCIA ROSANA RODRIGUES BORGES
- MARIA ANGÉLICA DAMAZO CUSTÓDIO
- MARIA APARECIDA SOARES LEITE
- MARIA CÉLIA NUNES SOUSA
- MARIA DE FÁTIMA DOS SANTOS NASCIMENTO
- MARIA JOSÉ MONTEIRO
- MARIA JOSÉ PEREIRA SANDER
- MARILAINE RIBEIRO M.DA SILVA
- MARILCE FÁTIMA DE SOUZA CAMPOS
- MARILEIDE RODA DE ARRUDA JACOB
- MARILENE NUNES LEITE
- MARINA SANTANA DE OLIVEIRA
- MARIZA APARECIDA BAZO
- MARLETE RIBEIRO LOURENÇO
- MARTA SANTANA DE OLIVEIRA
- NATÁLIA DE LIMA VILALVA
- NATÁLIA DO PRADO MAMEDES DE ARRUDA NEVES
- NATÁLIA OLIVEIRA DANTAS
- NEIDE ALVES DOS SANTOS
- NEIDE JUSCELI PANDO
- PÂMELA BARBOZA COSTA
- PATRICÍA RODRIGUES BARÃO DA COSTA RONDON
- RAFELI GONÇALVES LEITE
- RENATA CRISTALDO
- RENATA FERNANDES DA SILVA AUGUSTO
- RENATA GOMES DE OLIVEIRA
- ROSAMARIA FERREIRA DE CARVALHO ALMEIDA
- ROSANA SILVA
- ROSEANE MARIA COSTA OLIVEIRA
- ROSIVANI GANDOLFI DA ROSA
- RUBIA DELIZANDRA RANZANI TESCH DE OLIVEIRA
- RUBYA DA SILVA COSTA SOARES
- SAMIRA MATTOS
- SANDRA HELENA PINHEIRO DA SILVA
- SARA ELESSANDRA DA SILVA
- SILVANA LUCINA SANTA TEIXEIRA
- SIMONE RODRIGUES BRAGA DINIZ
- SIRLEY LEMES
- SISLENE SANTANA DE OLIVEIRA
- SOLANGE AQUILINA MOREIRA DE SOUZA
- SUELI BATISTA DOS SANTOS
- TABATA NATASHE VICENTE MACHADO
- TALISSA NUNES DE SOUZA
- THAÍS LENZI RIBEIRO
- VERA MARIA TAVARES
- VERALICE APARECIDA VALÉRIA
- VERÔNICA PATRÍCIA DA COSTA OLIVEIRA
- VIVIANE ROBERTA E SILVA SOARES
- VYVIANNE PIOVEZAN BEATO
- ZILDA APARECIDA ZOMPERO PAZINI
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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