MATO GROSSO
Campeonato Ibero-Americano de Atletismo começa nesta sexta (10); confira programação
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Até domingo (12.05), o público poderá acompanhar gratuitamente a competição disputada por atletas de países ibero-americanos, Andorra e países africanos onde a língua oficial é o espanhol ou o português. Participam das disputas 556 atletas de 24 países, muitos na corrida por vagas olímpicas, em busca de índices ou de pontos no Ranking Mundial.
Quatro atletas mato-grossenses estão também na disputa: Jânio Varjão, Lissandra Campos, Wendell Jerônimo e Almir Junior. Os três primeiros são bolsistas do programa Olimpus, promovido pelo Governo de Mato Grosso por meio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).![]()
Confira o resumo da programação e os horários da participação mato-grossense.
Sexta-feira (10.05)
A manhã de sexta-feira (10.05) já contempla finais das disputas de 3.000 metros com obstáculos, salto em altura e lançamento de martelo, além de provas de 100 metros rasos, 400 metros com barreiras, e outras.
Durante a noite, dois atletas mato-grossenses contam com o apoio da torcida em suas provas. Às 19h30, o esportista de Barra do Garças, Jânio Varjão, corre na semifinal dos 800 metros rasos, e às 19h40, a atleta de Nossa Senhora do Livramento, Lissandra Campos, disputa a final do salto em distância.
As outras provas da noite, que terão início a partir das 18h30, são 100, 400, e 3.0000 metros rasos, salto com vara, salto em altura, lançamento de martelo revezamento 4×400 metros e arremesso do peso.
Sábado (11.05)
O segundo dia da competição começa às 6h com as provas de marcha atlética disputadas num circuito montado na Avenida Parque do Barbado, ao lado do COT/UFMT.
De volta à pista principal, as demais disputas serão realizadas das 8h às 11h e das 18h30 às 21h30, com provas diversas, como as finais dos 100 e 110 metros com barreiras, lançamento do dardo, salto com vara, 200 e 1.500 metros rasos, revezamento 4×400 metros, dentre outras.
O mato-grossense Jânio Varjão disputa a final da prova de 800 metros rasos, às 10h, caso se classifique nas semifinais do dia anterior. Já o mato-grossense Wendell Jeronimo compete na final dos 5.000 metros rasos, às 19h40.
Domingo (12.05)
Wendell Jeronimo volta a competir logo cedo, desta vez na prova de corrida de rua (10 km) que acontece às 6h30, no Parque Tia Nair, em Cuiabá. O maratonista de Pontes e Lacerda compete atualmente pela Associação de Corredores de Rua de Lucas do Rio Verde.
O Campeonato retorna para o COT/UFMT a partir das 8h10 e prossegue até 11h, retomando no início da noite, com provas das 18h30 às 21h. As disputas do dia incluem as finais de revezamento 4×100 metros, 110 metros com barreiras, 200 e 1.500 metros rasos, lançamento do dardo, salto em altura, salto com vara e revezamento 4×400 metros.
A final da prova de salto triplo masculino acontece às 18h40 e contará com a participação do atleta Almir Júnior, que começou sua carreira esportiva em Peixoto de Azevedo e hoje defende o clube Sogipa, do Rio Grande do Sul. Favorito na disputa, o mato-grossense conquistou o tricampeonato do salto triplo durante o Troféu Brasil, realizado em 2023, também em Cuiabá.
Confira a programação completa aqui
Sobre o Campeonato Ibero-Americano
O Campeonato Ibero-Americano de Atletismo é uma competição da Associação Ibero-Americana de Atletismo (AIA), com realização do Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) e o Governo do Estado do Mato Grosso, e parcerias com a Federação de Atletismo do Mato Grosso (FAMT), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e SESI-MT.
Com acesso gratuito ao público, a competição também será transmitida ao vivo pelo Canal Olímpico do Brasil e pela TV Atletismo Brasil, por meio dos canais do YouTube do Time Brasil e da Confederação Brasileira de Atletismo.
Dentre os destaques do atletismo brasileiro que participam da competição em Cuiabá estão o velocista e ex-BBB Paulo André, o velocista Renan Gallina, a recordista na marcha atlética, Gabriela Muniz, a também recordista nos 400 m com barreiras feminino, Chayenne Pereira, a velocista olímpica Lorraine Martins, e o campeão mundial de arremesso do peso, Darlan Romani.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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