MATO GROSSO
Captação de órgãos realizada em MT proporciona chance de vida a pacientes de outros cinco estados
MATO GROSSO
Após a autorização da doação e confirmação da compatibilidade dos receptores, foi iniciada uma operação nacional para a captação e o transporte dos órgãos.
A ação foi coordenada pelas equipes de Mato Grosso e integrou profissionais de saúde de todos os estados envolvidos. A força-tarefa também contou com a cooperação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Polícia Militar do estado e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que auxiliaram o transporte rápido e seguro dos órgãos no trajeto entre os hospitais e o Aeroporto Marechal Rondon.
O primeiro processo de captação foi iniciado às 12h, no Hospital Geral, e o segundo às 13h, no Hospital Municipal de Cuiabá. Os procedimentos possibilitaram a doação de dois fígados, quatro rins e quatro córneas. As cirurgias de retirada dos órgãos foram bem-sucedidas.
“Essa é uma operação trabalhosa, mas que nos enche de orgulho e demonstra a grandeza do Sistema Único de Saúde (SUS). As equipes da SES e do Governo de Mato Grosso ficaram 24 horas empenhadas nesta força-tarefa, que vai transformar a vida de pacientes de outros estados do Brasil”, afirma o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.
A SES tem investido na reestruturação da Central Estadual de Transplantes com a ampliação da equipe, implantação da comissão intra-hospitalar de doação de órgãos e tecidos para transplante e capacitação dos profissionais médicos dos hospitais públicos e privados. Essas ações visam a ampliação do número de captações de órgãos no estado.
A secretária adjunta de Regulação, Controle e Avaliação da SES, Fabiana Bardi, enaltece a importância do serviço realizado pelas equipes da Central Estadual de Transplantes e reforça que, sem a autorização da família do ente falecido, não seria possível realizar o transplante e dar uma chance de vida a outra pessoa.
“A doação de órgãos é um gesto muito nobre. Neste caso, a dor de uma família se transforma na alegria de outra. Nos solidarizamos com a perda dessas famílias e expressamos gratidão pela bela atitude de doar os órgãos de um ente querido. Esse gesto salva e transforma vidas”, avalia.
A Central Estadual ainda reforça a importância dos hospitais notificarem todas as prováveis mortes encefálicas; este é um direito do paciente e, uma vez que diagnosticada a morte encefálica, é possível ofertar à família a possibilidade da doação de órgãos e tecidos.
“Para que o órgão chegue em quem precisa, é necessário que a rede funcione da maneira ideal. Precisamos sempre da colaboração das unidades hospitalares, que são responsáveis por notificarem as prováveis mortes encefálicas e darem o primeiro passo rumo aos transplantes”, acrescenta a diretora da Central Estadual, Anita Ricarda da Silva.
Transplantes em Mato Grosso
Atualmente, os pacientes de Mato Grosso que precisam de transplante de rim e outros órgãos, como fígado, pâncreas e coração, são encaminhados pelo serviço de Tratamento Fora Domicílio do Sistema Único de Saúde (SUS) para serem transplantados em outros Estados. Os gastos com locomoção e uma ajuda de custo para estadia e alimentação do paciente são pagos pela SES. Já o transplante de córneas pode ser feito em Mato Grosso.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.
Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.
A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.
Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.
Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.
“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.
Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.
Serviço
Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Horário: 28 de maio, às 19h
Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá
Entrada franca
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