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Casal empreende junto e alavanca negócio com apoio da Desenvolve MT

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Casados há 18 anos, Antônio Amaral e Márcia Caetano conseguiram evitar o fechamento e ainda alavancar o negócio com o apoio da Desenvolve MT, a Agência de Fomento de Mato Grosso.

Eles começaram a investir no ramo da panificação em 2015 através de uma parceria com a irmã de Antônio, Izilda. Sete anos depois eles decidiram abrir a própria padaria na cidade de Cáceres, chamada Don Antônio.

Antônio e Márcia já trabalhavam juntos e seguiram o sonho de mãos dadas, dentro e fora do comércio. Em 2021 quase tiveram que fechar a empresa, mas, com o crédito obtido pela Desenvolve MT, conseguiram estabilizar e alavancar o negócio.

“Tivemos várias dificuldades e, quando chegou 2021, avaliamos se continuávamos ou não. Depois de analisarmos bem, decidimos continuar com a padaria e fomos em busca de parcerias com fornecedores. Descobrimos a Desenvolve MT, solicitamos o crédito e foi isso que alavancou nosso negócio. Hoje a gente consegue respirar mais tranquilo graças ao crédito”, explica Antônio.

Com isso, puderam manter a panificadora. Além de dobrar o número de funcionários iniciais e a capacidade produtiva para cerca de 15 mil pães diários, fizeram melhorias na área de produção a partir da aquisição de maquinários novos.

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“Um valor para as pequenas e médias empresas que estão começando um negócio pode fazer uma transformação gigantesca, como fez na nossa empresa”, pontuou Antônio.

Empreender em casal requer muita confiança e comunicação, é necessário saber dividir as demandas e responsabilidades. Márcia explica que eles sempre se organizaram nas tarefas do comércio.

“Meu marido é responsável pela parte da produção da panificadora, a parte do fundo como chamamos aqui. Ele decide o que vai ser feito, como vai ser feito e o que vai ser comercializado. Eu cuido do atendimento ao cliente, recursos humanos, contabilidade e toda a parte burocrática e tributária. Temos nossas funções bem definidas, mas nós sempre nos ajudamos e fazemos as coisas em conjunto entrando em comum acordo”, conclui a empresária.

Crédito

A Agência apoia os sonhos dos empreendedores por meio do crédito, oferecendo financiamento de projetos que envolvam a implantação, ampliação e modernização de negócios. Com crédito de R$ 15 mil a R$ 1,5 milhão, taxa de juros a partir de 0,37% a.m. e até 120 meses para pagamento, a Desenvolve MT torna possível que estes empreendedores alcancem seus objetivos.

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“Nós acreditamos que os sonhos compartilhados têm um poder especial de transformação. Estamos aqui para apoiar casais empreendedores com soluções de financiamento que os permitam desenvolver esses empreendimentos”, comenta a presidente da Agência, Mayran Beckman.

Se você é um empreendedor com grandes planos para o futuro de sua empresa, acesse o site desenvolve.mt.gov.br e conheça as demais linhas de crédito, a Desenvolve MT é para você.

*Com supervisão de Vitória Kehl

Fonte: Governo MT – MT

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Remédio sem hormônio para a menopausa abre alternativa para quem ficou anos sem tratamento

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“A onda de calor não é um desconforto qualquer. É a mulher acordando encharcada de suor no meio da noite, é o rosto pegando fogo numa reunião cheia de gente. E eu tenho paciente convivendo com isso há anos, sem ter para onde correr”, diz a ginecologista Dra. Fabiana Bersch. Para parte dessas mulheres, a ciência trouxe uma saída. A Anvisa aprovou nesta segunda-feira, 22 de junho, o fezolinetanto, primeiro medicamento sem hormônio autorizado no Brasil para tratar as ondas de calor e o suor noturno de intensidade moderada a intensa associados à menopausa.

Os calores e suores noturnos são o sintoma mais conhecido do climatério e atingem até 80% das mulheres entre 40 e 65 anos. Não são raros nem passageiros: duram, em média, sete anos, e em alguns casos chegam a dez. Mesmo assim, boa parte das pacientes nunca recebeu um tratamento à altura.

O novo remédio será vendido pela Astellas Farma com o nome Veoza, em comprimido de uso diário. A aprovação se baseou em estudos clínicos que reuniram mais de 3 mil mulheres na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá. Diferente da reposição hormonal, o fezolinetanto age direto no cérebro. Na menopausa, a queda do estrogênio faz uma substância chamada neurocinina B agir de forma exagerada no hipotálamo, a região que controla a temperatura do corpo. É esse descontrole que dispara os calorões. O medicamento bloqueia essa substância e acalma o termostato interno.

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Para a Dra. Fabiana, quem mais ganha com a novidade são as mulheres que até agora não tinham uma alternativa segura. Ela cita dois grupos. “O primeiro são as mulheres que tiveram câncer de mama. Muitas não podem usar hormônio de jeito nenhum, e conviviam com os calores sem nenhuma alternativa aprovada. Para elas, isso muda o jogo”, afirma.

O segundo grupo é menos comentado, mas igualmente grande.“São as mulheres que perderam a janela de oportunidade da reposição. Quando a terapia hormonal não começa nos primeiros anos da menopausa, iniciar muito depois pode trazer mais risco do que benefício. Essas pacientes ficavam órfãs de tratamento. Agora elas têm uma saída”, explica.

A médica comemora o avanço, mas faz questão de colocar a novidade no lugar certo. O fezolinetanto trata o calor e o suor. Ele não age sobre os outros efeitos da queda do estrogênio. “Preciso ser honesta com as minhas pacientes. O remédio cuida das ondas de calor e do suor noturno, e faz isso bem. Mas ele não trata a perda de massa óssea, a secura vaginal, o sono, o humor nem a saúde do coração. A menopausa é muito maior do que um sintoma só”, diz.

É aí que entra o trabalho que ela defende, de olhar para a mulher por inteiro e não só para a queixa do momento. “O remédio é uma ferramenta nova e importante, não um atalho. A mulher continua precisando de uma avaliação completa, porque tratar um sintoma isolado não é a mesma coisa que cuidar da mulher inteira”, reforça.

Leia Também:  Do RBMT Moradores do bairro Parque Amperco fecharam a Avenida Avenida Antártica para protestar pelo asfaltamento da região, na noite desta segunda-feira (7), em Cuiabá. Manifestantes atearam fogo em pneus, o que atrapalhou a passagem de veículos. O ato foi registrado por volta das 19 horas. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram moradores segurando cartazes e gritando “queremos nosso asfaltando”. “Nosso bairro está esquecido pelos governantes, na seca temos poeira, na chuva temos alagamentos e muita lama. Cadê os nossos governantes?” , escreveu uma moradora na cartolina. Já em outra gravação, um morador diz afirma que a promessa por asfalto já é antiga. “O pessoal trancou tudo porque o Emanuel já prometeu asfalto nessa rua umas 10 vezes e até hoje não fizeram”, disse.

A ginecologista também pede cautela com a expectativa. O medicamento que ainda não chegou às farmácias, exige acompanhamento, incluindo exames para monitorar o fígado. “Já vejo gente animada querendo o remédio. Ele ainda não está disponível e não é para sair tomando por conta própria. A indicação precisa ser individual, com avaliação e acompanhamento”, orienta.

Quando não tratados, os calores e suores noturnos vão muito além do incômodo. Tiram o sono, afetam a memória, o humor e a produtividade. Cuidar bem dessa fase, lembra a médica, é cuidar do futuro da mulher. “A menopausa é o fim da vida reprodutiva, não da vida produtiva. Quanto mais opção de tratamento a mulher tiver, e quanto melhor o acompanhamento, melhor ela vive os anos que vêm pela frente”, conclui.

Sobre a Dra. Fabiana Bersch

Dra. Fabiana Bersch é ginecologista com mais de 25 anos de experiência, com foco em saúde integrativa da mulher. Tem pós-graduação em Medicina Integrativa e concluiu, em 2026, o programa de atualização em saúde da mulher e menopausa (WHAM) da Harvard Medical School. Atende presencialmente em Primavera do Leste (MT) e on-line para todo o Brasil.

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