MATO GROSSO
Centro Logístico de Abastecimento e Distribuição está 40% executado
MATO GROSSO
Ligada à Assistência Farmacêutica, a unidade especializada contará com espaço moderno e amplo para o armazenamento de medicamentos e compostos a serem distribuídos aos 141 municípios de Mato Grosso. O Centro Logístico deve ser concluído no primeiro semestre de 2024.
“O Celad é uma das construções mais representativas para a Saúde do Estado, porque vai proporcionar um ambiente adequado e moderno para o armazenamento de componentes. A estrutura da unidade é grande e atenderá a todas as necessidades primárias da SES”, avaliou o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo.
Além de atender a SES-MT, o local também poderá auxiliar em demandas logísticas de diversas Secretarias do Governo do Estado.![]()
“A obra avança em um ritmo bom e estamos otimistas. A previsão é de que, no início do próximo ano, já tenhamos essa estrutura à disposição dos serviços de Saúde. Essa unidade foi totalmente pensada para atender as demandas da Assistência Farmacêutica do Estado”, explicou a secretária adjunta de Infraestrutura de Tecnologia de Informação da SES, Mayara Galvão.
O empreendimento terá o total de 20.492,30 m². No momento, estão em andamento os serviços de regularização de base e terraplanagem interna, piso industrial, muro de vedação, alvenaria e reboco, drenagem, cobertura e estruturas metálicas.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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