MATO GROSSO
Chico se reúne com servidores para ‘Café com presidente’
MATO GROSSO
Neste terça-feira (26.07), o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Chico 2000 (PL), realizou mais uma edição do ‘Café com Presidente’, com servidores da Secretaria de Orçamento e Finanças, Coordenadoria de Patrimônio e Almoxarifado e Coordenadoria de Manutenção.
Durante o encontro, Chico ouviu demandas dos servidores e se comprometeu em buscar soluções para valorizar ainda mais os trabalhadores. O presidente defende que para o melhor funcionamento do serviço público, é necessário construir um ambiente de trabalho com condições adequadas, resultando em qualidade no atendimento à população.
“Quando você cuida do servidor, deixa ele feliz. Você colore a Casa com felicidade e alegria. Para que a partir daí, melhorar a iluminação externa. Eu quero que essa Casa seja um ponto de visitação no período noturno”, disse Chico.
“Essa é a razão das nossas reuniões, colorindo o coração de todos, atender dentro daquilo que for possível, sem mentiras. Se não atender dentro daquilo que for possível, sempre justificando a razão”, acrescentou.
O Secretário de Patrimônio e Manutenção, Mateus Cassio, destacou o diferencial na condução de Chico à frente do Parlamento, ouvindo os setores e proporcionando uma participação dos servidores.
“A gestão é diferenciada. Está visitando, está se relacionando com os servidores dessa Casa, e a gente só tem a agradecer essa condução. Esse tipo de encontro desburocratiza processos e facilita a comunicação”, frisou.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0