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“Churrasco da Construção” une setor de materiais e atrai mais de 600 participantes em Várzea Grande

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Várzea Grande foi palco, no último sábado (26), de um evento que celebrou a força da construção civil em Mato Grosso: o “Churrasco da Construção, promovido pela Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção de Mato Grosso (Acomac-MT). O evento reuniu lojistas, representantes das principais marcas do setor, colaboradores e autoridades políticas, fortalecendo o espírito associativo e os laços entre o setor produtivo e o poder público.

Na abertura do evento, a presidente da Acomac-MT, Lucimar Trindade Bigolin, agradeceu aos patrocinadores, aos parceiros e a todos os presentes que contribuíram para o sucesso da iniciativa.

“Vivemos um momento desafiador para o comércio em geral. Por isso, acreditamos que a união é mais necessária do que nunca. Essa confraternização é, acima de tudo, uma forma de dizer que seguimos juntos, com espírito de parceria e confiança no nosso setor. Agradeço imensamente a todos os patrocinadores que acreditaram na ideia, aos colegas lojistas, aos colaboradores e à diretoria da Acomac, que abraçou esse projeto com entusiasmo”, afirmou.

Lucimar também ressaltou que a missão da entidade vai além da representação institucional. “Queremos valorizar quem faz o setor acontecer todos os dias. Esse evento é para todos: grandes e pequenos lojistas. A Acomac é feita de pessoas, e esse é o espírito que queremos manter vivo.”

Presente ao evento, a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, destacou a importância simbólica e prática da realização do encontro no município.

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“Fico muito feliz em recepcionar de braços abertos esse evento. Várzea Grande está entrando nos trilhos, e isso começa com a construção. Não se constrói desenvolvimento econômico sem obras, sem empreendimentos, sem investimentos na construção civil”, afirmou.

Ela também ressaltou o diálogo com a Acomac como um dos pilares para o crescimento conjunto entre poder público e setor privado.

O vice-prefeito Tião da Zaeli também marcou presença, reforçando a disposição da cidade em receber eventos do setor. “O setor de material de construção é importantíssimo para a nossa economia. Gera emprego, oportunidades para as famílias e arrecadação para o poder público. Estamos de portas abertas para os empresários da construção”, afirmou.

A presença expressiva do setor também chamou atenção. “O evento de fato é um sucesso. A adesão superou nossas expectativas e mostra a força do setor de materiais de construção em Mato Grosso, que contribui decisivamente para o desenvolvimento do estado”, disse Thiago Pazini, vice-presidente da Acomac-MT.

Ele destacou ainda o papel estratégico do encontro para o networking entre lojistas, colaboradores, fornecedores e parceiros.

Para Juliano Bortoloto, da Todimo Materiais de Construção, a força do evento está justamente na união de todos os elos da cadeia. “Está realmente fantástico. Parabéns à Acomac, à presidente Lucimar e ao Igor, que está voltando mais ao dia a dia da associação. Somos pouco mais de 500 associados no estado, e esse primeiro evento reuniu mais de 600 pessoas do setor. Um sucesso”, afirmou.

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Juliano também frisou o caráter democrático da entidade: “Cada associado tem o mesmo voto, independentemente do tamanho da loja. Essa união é o que nos permite dialogar com o poder público e estimular melhorias para todo o setor”, disse.

Também presente ao evento, o empresário Reginaldo, do Terraço Lojista, destacou o papel da Acomac na valorização da economia local. “A Acomac sempre agrega desenvolvimento, principalmente para o comércio de vendas. É muito importante essa integração social com os colaboradores e com as grandes marcas. Fortalece a proposta de construir e reformar dentro do Estado, movimentando o comércio local”. Ele também ressaltou a qualificação dos profissionais como uma resposta aos desafios da economia.

Além do momento institucional, os convidados participaram de um almoço especial com churrasco, símbolo da tradição e da união entre os comerciantes do ramo. A expectativa agora é que o evento entre para o calendário oficial da associação e se consolide como um marco anual de fortalecimento da cadeia da construção em Mato Grosso.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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