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Cidade cearense tem novas eleições após morte do prefeito e vice

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Eleitores de Palhano voltam às urnas neste domingo (5) para eleger prefeito e vice. A eleição suplementar ocorre devido à morte do gestor e do vice, em 2020 e 2022, respectivamente. Disputam as eleições na cidade José do Lalá (PT) e Batista da Mariana (PSD).

Dinho Nunes, eleito prefeito em 2020, morreu com Covid-19 no mesmo ano da campanha eleitoral. A gestão da cidade foi assumida pelo vice, Francisco Erisson Ferreira, que faleceu em dezembro de 2022 de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) a cidade tem 8.872 eleitores aptos a votar.

Na seção eleitoral, será necessário apresentar documento de identificação com foto, que pode ser:

  • carteira de identidade (RG)
  • passaporte
  • carteira de categoria profissional reconhecida por lei
  • certificado de reservista
  • carteira de trabalho ou carteira nacional de habilitação.

 

Caso já tenha cadastro biométrico, pode ser apresentado o e-Título como documento de identificação.

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e-Título

 

O TRE-CE orienta que é necessário fazer com antecedência o download do aplicativo para garantir que tenham uma melhor experiência no dia 5/2. O app oferece diversas facilidades, como verificar local de votação; consultar a situação eleitoral; identificar-se na seção (se tiver feito biometria) e justificar a ausência à votação.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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