Pré-candidatura
Cláudio Senna visita ALMT e declara pré-candidatura à prefeitura de Lucas do Rio Verde
MATO GROSSO
Em sua visita à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta quarta-feira, Cláudio Senna, suplente de deputado estadual, conversou com o deputado Cláudio Ferreira e o presidente da casa, Eduardo Botelho, ajustando detalhes políticos. Durante a conversa, ele oficializou sua pré-candidatura à prefeitura de Lucas do Rio Verde.
Senna é membro do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) e atualmente ocupa a suplência do deputado estadual Cláudio Ferreira. Ele está aguardando uma oportunidade para assumir o cargo, mas sua atenção está firmemente voltada para a corrida pela prefeitura.
Em entrevista, Senna compartilhou suas visões e planos para a cidade, enfatizando em relação à data de sua posse como deputado estadual. “O deputado Claudio Ferreira enfatizou que em breve abrirá a vaga, até porque foi acordado isso antes do pleito eleitoral e muito breve ele (Claudio Senna) estará assumindo como deputado pelo período que poderá chegar em até 120 dias.
No que diz respeito ao apoio à sua pré-candidatura, Senna afirmou que tem conversado com diversas lideranças locais que demonstram interesse em apoiá-lo.
Em relação ao seu papel na política local, Senna compartilhou: “Eu não tenho dúvidas de que, quando a oportunidade se apresentar, estou pronto para servir minha comunidade e contribuir para o crescimento de Lucas do Rio Verde.”
Ele também descreveu sua visão para a cidade, enfatizando áreas-chave de foco, como infraestrutura, saúde, educação e habitação. Sua ênfase em uma infraestrutura sólida reflete a necessidade de desenvolvimento da cidade, com melhorias nas estradas e serviços públicos.
“Uma infraestrutura de qualidade é fundamental para o progresso de nossa cidade. Precisamos garantir que nossas estradas estejam em boas condições e que os serviços públicos atendam às necessidades dos residentes”, enfatiza.
Quando se trata de saúde e educação, Cláudio Senna tem como objetivo elevar o padrão desses serviços em Lucas do Rio Verde. Ele acredita que investir nas áreas de saúde e educação é essencial para proporcionar um futuro melhor para as gerações futuras.
“Não podemos subestimar a importância de uma educação de qualidade e de um sistema de saúde eficaz. Estou comprometido em melhorar essas áreas e garantir que nossos residentes tenham acesso a serviços de alta qualidade”, afirma.
Além disso, o pré-candidato abordou a questão do déficit habitacional na cidade, que afeta quase quinze mil famílias. Ele está determinado a encontrar soluções para tornar a habitação mais acessível e resolver esse desafio premente.
“A crise habitacional é uma questão que precisa ser resolvida. Nossa cidade precisa de habitação acessível, e estou comprometido em trabalhar nisso”, declarou.

Senna enfatizou que não há oposição na cidade ainda que tenha um pré-candidato declarado, o que deixa espaço para sua pré-candidatura se destacar.
Senna comentou que, embora atualmente esteja no PTB, a decisão final sobre o partido de sua pré-candidatura ainda não foi tomada. Ele esclareceu: “Não, a princípio se encontra no PTB. Senna é o pré-candidato do partido atualmente na cidade de Lucas do Rio Verde.”
Senna compartilhou sua estratégia de construção de apoio político: “Estou conversando com várias lideranças locais que demonstraram interesse em apoiar minha pré-candidatura. Meu histórico de trabalho na campanha para deputado estadual fortaleceu minha rede de apoio.”
À medida que a política local se movimenta, Cláudio Senna mantém seu foco na pré-candidatura à prefeitura de Lucas do Rio Verde e na construção de sua plataforma política. Sua visão para a cidade e seu compromisso com o desenvolvimento continuam a moldar a narrativa política local.
Fonte: Politica MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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