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Cleo potencializa a sensualidade e sofisticação de Nativa SPA Cereja Rouge em campanha de lançamento do Boticário

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Nativa SPA é a marca de Corpo & Banho do Boticário reconhecida – dentro e fora do Brasil – pela hidratação e perfumação intensas, sendo a escolha ideal para o uso no dia a dia, no ritual de cuidados, mas também em ocasiões especiais. Inaugurando um novo capítulo para a marca, que celebra ainda mais a sensualidade da mulher, o Boticário traz Cleo para reverberar a campanha do lançamento de Nativa SPA Cereja Rouge. Traduzindo a essência marcante do acorde Sexy Cherry – fragrância que traz as facetas licorosas e suculentas da cereja – a narrativa enaltece o lado sensual e envolvente de Nativa SPA e da Cleo. A artista protagoniza todo o 360° da marca, que contempla filme de campanha, editorial de moda com fãs da marca, ações offline, nas redes sociais e para os canais de venda, com o conceito criativo “Provoque seu lado doce e explosivo”.

Reconhecida por sua versatilidade artística, Cleo incorpora a fusão de força e doçura, elementos centrais dessa linha que possui um acorde olfativo – código utilizado na perfumaria internacional e diferencial para o mercado de bodycare. “A sensualidade sempre foi um atributo reconhecido pelas consumidoras de Nativa SPA, e Cleo chega para trazer ainda mais verdade para essa narrativa. Sua intensidade faz dela a escolha perfeita para representar o que chamamos de “mood Sexy Cherry”: estar cheirosa e comprovadamente mais irresistível, graças ao exclusivo acorde olfativo – um passo importante que ainda não tínhamos dado com Nativa SPA”, explica Marcela De Masi, Diretora Executiva de Branding e Comunicação do Grupo Boticário.

Desenvolvido pela AlmapBBDO, o filme de campanha contém cenas que misturam opulência, doçura e um toque explosivo, com Cleo encarnando a essência dessa fragrância envolvente e refletindo a personalidade da nova linha. O vídeo será veiculado em múltiplas plataformas, incluindo TV aberta a partir de 14/10, redes sociais e meios digitais, reforçando a estratégia 360° do Boticário. “Estamos acostumados a ver o cuidado com o corpo feminino como algo delicado. Mas, na verdade, esse momento de autocuidado ajuda a despertar a potência dessa mulher: a autoconfiança. Uma potência que, ao transformá-la, impacta também na reação de todos e tudo ao redor dela, como no filme de lançamento de Nativa SPA Cereja Rouge”, comenta Bella Eger, redatora criativa da AlmapBBDO.

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Ativando o #MoodSexyCherry
Refletindo a essência sensual da nova linha e oferecendo uma oportunidade única de conexão entre os consumidores e Nativa SPA, todo o 360° da campanha foi construído para despertar o mood Sexy Cherry: estar cheirosa e comprovadamente mais irresistível. Por meio de uma comunicação sofisticada nas redes sociais, Cleo irá iniciar um movimento para incentivar as mulheres a potencializarem o seu lado sensual. Junto ao convite às seguidoras e ao squad de influenciadoras, como Júlia Rodrigues, Carol Priante e Ju Romano, a artista compartilhará conteúdos inspirando a se conectar com a própria sensualidade.

Continuando essa conversa, Cleo irá dirigir um editorial de moda para celebrar a sensualidade e o mood Sexy Cherry de cada mulher, potencializado pela linha Nativa SPA Cereja Rouge. Nele, as botilovers – fãs da marca – serão convidadas para uma sessão de fotos profissional, com todo o conceito criativo do lançamento, vivenciando uma experiência exclusiva.

“Pela primeira vez, Cleo vai dirigir um editorial de moda, dando espaço para outras mulheres igualmente intensas. Essa mudança de ótica, com a atriz agora atrás das câmeras, é uma mensagem muito potente de que todas podemos revelar um lado mais sensual e irresistível – e a nova linha Cereja Rouge tem um papel fundamental nessa jornada. Essa experiência única é mais um exemplo de como colocamos o consumidor no centro de cada decisão da nossa estratégia de comunicação. Com Nativa SPA, não poderia ser diferente”, conclui Marcela de Masi.

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A campanha também vai invadir o canal de transmissão do Boticário no WhatsApp, em que Cleo assume o comando do canal por um dia inteiro, enviando fotos, áudios, cupons promocionais e dicas exclusivas sobre como ativar o #MoodSexyCherry.

Seguindo o compromisso de proporcionar experiências exclusivas em loja, a marca desenvolveu o drink Sexy Cherry, inspirado no principal ingrediente e acorde olfativo de Nativa SPA Cereja Rouge. Utilizando a cereja como elemento central, a bebida foi especialmente criada para o cardápio da Amor Espresso, cafeteria localizada na loja conceito do Boticário Lab em Pinheiros, para que o público entre totalmente no mood do lançamento.

Cereja Rouge
A linha Nativa SPA Cereja Rouge chega para ampliar o portfólio da marca com produtos de cuidados corporais que proporcionam uma sensação de pele renovada e intensamente perfumada, graças ao exclusivo acorde Sexy Cherry que com os aspectos licorosos e suculentos da cereja, e a fragrância oriental frutal ambarada, que despertam a sedução e garantem uma pele altamente hidratada, macia e irresistível. A novidade conta com Loção Aveludada Desodorante (em três opções de volumetria), Creme Firmador de Colo 5 em 1, Óleo Glorioso, Body Splash Desodorante Colônia, Sabonete Líquido Perfumado e Creme Antiressecamento para Mãos. Todos os itens são enriquecidos com óleo nutritivo de quinoa, extrato de cereja e blend de vitaminas.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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