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Com 1,2 bilhão de receita e marca de uma década sem atrasar salário, Flamengo tem prioridade em 2023

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O Flamengo completou 127 anos na terça-feira e tem muitos motivos para comemorar pelas conquistas dentro e fora de campo, que dão aos torcedores a sensação de que será possível se manter firme no protagonismo do futebol brasileiro.

O clube alcançará uma marca simbólica que já foi impensável no passado: passar uma década sem atrasar salário (nota: em 2014, o clube atrasou o pagamento em alguns dias em uma ocasião por causa de uma verba retida pelo Banco Central).

Impulsionado pelas premiações dos títulos da Copa do Brasil e Libertadores, o Flamengovai terminar 2022 com a receita bruta de R$ 1,2 bilhão, R$ 200 milhões acima da previsão de R$ 1 bilhão. Fato que foi comemorado internamente: pelo segundo ano consecutivo, as receitas de marketing/comercial e matchday (bilheteria + sócio-torcedor) vão superar o valor ganho pelo clube com transmissão e premiações.

FONTE/ REPOST: G1 ESPORTE

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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