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Com investimento de R$ 100 milhões, Governo finaliza asfaltamento de trecho da MT-130

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O Governo de Mato Grosso finalizou as obras de asfaltamento de 86,98 quilômetros da MT-130, entre o Distrito de Santiago do Norte e o Rio Ronuro, no município de Paranatinga. A obra estava dividida em dois lotes e foi executada com investimento superior a R$ 100 milhões.

O asfalto na MT-130 significa a abertura de um novo corredor logístico em Mato Grosso. O Distrito de Santiago do Norte está localizado em uma região de crescente produção agropecuária e a rodovia facilitará o transporte da produção, impulsionando a economia, além de garantir mais qualidade de vida à população.

A obra também faz parte do planejamento estratégico para melhorar a infraestrutura do Estado. A MT-130 é uma rodovia que permite o tráfego de Rondonópolis, na região Sul, até a BR-163, passando por Poxoréu, Primavera do Leste, Paranatinga e Feliz Natal.

A atual gestão já asfaltou 150 km da rodovia e construiu cinco pontes de concreto.

Além deste trecho concluído agora, foram asfaltados 44 quilômetros entre Paranatinga e a comunidade de Sete Placas. Outro trecho de 24 quilômetros, próximo a Santiago do Norte, teve o contrato rescindido por descumprimento do cronograma. Uma nova empresa será contratada.

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Há ainda um trecho de 83,4 km que passa no entorno da Terra Indígena Marechal Rondon. Para conseguir asfaltar esse trecho, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) contratou um Estudo de Componente Indígena exigido para conseguir licitar as obras. Mas, para garantir as condições de trânsito, uma licitação foi realizada para a manutenção deste trecho não pavimentado.

“Paranatinga é uma nova fronteira agrícola de Mato Grosso e a MT-130 será importante para a região, que tem cada vez mais recebido novos empreendimentos. Além disso, é uma estrada que aproxima regiões e atende todos os cidadãos que têm o direito de se locomover em estradas asfaltadas”, afirmou o secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira.

Paranatinga tem a segunda maior malha rodoviária de Mato Grosso. Apenas o trecho da MT-130 entre o município e o Rio Ronuro tem 238,7 km de extensão, distância superior a que separa Cuiabá de Cáceres, ou Rondonópolis, por exemplo. Já o distrito de Santiago do Norte está localizado no entroncamento com a BR-242, rodovia incluída no Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal.

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O prefeito de Paranatinga, Marquinhos do Dedé, destacou que o asfaltamento da MT-130 irá beneficiar toda a população de Mato Grosso. “Esse asfalto traz benefícios não só para Paranatinga, como para todos os municípios no entorno, desde o Vale do Araguaia até o Nortão. A gente fica muito feliz com esse grande trabalho do governador Mauro Mendes pela logística do Estado”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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