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Com um a menos, Palmeiras busca empate com o Fortaleza no Castelão e segue líder do Brasileirão

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Fortaleza e Palmeiras travaram um grande jogo na noite deste domingo, na Arena Castelão, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com um a menos durante quase todo o segundo tempo, o Verdão conseguiu arrancar um empate de 2 a 2 com os rivais. Thiago Galhardo e Calebe fizeram para os mandantes, enquanto Raphael Veiga e Zé Rafael deixaram tudo igual. Gustavo Gómez foi expulso.

Com o resultado, o Alviverde segue na liderança do torneio, com 63 pontos, assim como o Flamengo, que venceu o América-MG e encostou na briga. O Botafogo, por sua vez, empatou com o Santos e caiu para terceiro, com 62. O Leão está em 12º, com 45.

O Palmeiras volta a campo na próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), quando recebe o América-MG no Allianz Parque, pela 36ª rodada do Brasileirão. Na quinta-feira, o Fortaleza visita o Red Bull Bragantino, às 20h30.

Jogando com o apoio de sua torcida, o Leão tentou partir para cima no começo da partida. Com menos de um minuto, Guilherme foi acionado na área e chutou sem muita força, pelo lado. Já aos 12, Caio Alexandre dominou com liberdade no meio e emendou uma pancada na trave. No rebote, o meia tentou de novo, mas dessa vez para fora.

E a pressão inicial surtiu resultado, Com o relógio marcando 19 minutos, Thiago Galhardo recebeu ótimo passe de Guilherme na entrada da pequena área e bateu no cantinho para colocar os mandantes na frente.

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A partir de então, o Palmeiras passou a dominar a posse de bola. A equipe de Abel Ferreira até rondou a área adversária, mas teve bastante dificuldade para encontrar espaços e, consequentemente concluir em gol. Aos 30, Raphael Veiga até teve uma boa chance, em cobrança de falta, porém parou na barreira.

O Verdão também insistiu bastante nos cruzamentos. Foram diversas bolas levantadas na área. Contudo, todas pararam na marcação. Aos 40, Richard Rios pegou o rebote de destes cruzamentos e, de primeira, soltou uma bomba por cima.

Com 45 minutos, os visitantes enfim conseguiram levar perigo. Em boa trama pelo meio, Zé Rafael recebeu de Mayke e deixou na medida para Veiga. O meia se desvinculou da marcação e concluiu rasteiro para a boa defesa de João Ricardo.

Na volta do intervalo, o Fortaleza voltou a assustar. Com dois minutos, Tinga recebeu ótimo lançamento e saiu cara a cara com Weverton, mas chutou para fora. Aos 13, a vida do Palmeiras ficou ainda mais difícil. Isso porque Gustavo Gómez foi expulso após cometer falta em Calebe. O atacante estava livre, de frente para o gol, após escorregão de Murillo.

Com um a mais, os mandantes pressionaram. Na cobrança de falta, Calebe parou em Weverton. Na sequência, o goleiro voltou a trabalhar. Zé Welison desceu até a linha de fundo e soltou uma pancada para a intervenção do goleiro.

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E as chances desperdiçadas acabaram custando caro. Isso porque o Verdão conseguiu buscar o empate. Aos 19 minutos, Raphael Veiga chutou de fora e parou na marcação. No rebote, o próprio camisa 23 tentou de novo e, dessa vez, acertou no cantinho para igualar.

O Leão, contudo, foi rápido na resposta. Com o relógio marcando 24 minutos, Calebe tabelou com Galhardo e saiu cara a cara com Weverton. O atacante, então, tocou na saída do goleiro para recolocar os tricolores na frente.

Instantes depois, o Fortaleza teve uma chance magnifica para fazer mais um. Zé Welison roubou de Mayke e partiu em liberdade. Na hora de chutar, entretanto, foi travado. Na sobra, o volante recebeu novamente em ótimas condições de marcar, mas parou em Weverton.

O tento desperdiçado deu gás ao Palmeiras, que buscou o empate mais uma vez. Com 32 minutos, Veiga deu um balão para a área, Murilo desviou para o meio da área e Zé Rafael completou para o fundo da rede.

A partir de então, o jogo ficou bem aberto na Arena Castelão. Ambos os times trocaram contra-ataques, mas ninguém conseguiu balançar mais as redes. A melhor chance saiu aos 45, quando Marinho cortou a marcação e tirou tinta da trave em arremate rasteiro.

Gazeta Esportiva (foto: Cesar Greco/assessoria)

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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