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Comunidade quilombola recebe pela primeira vez curso de capacitação gratuito do Governo de MT

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Mulheres da comunidade quilombola Distrito do Chumbo, em Poconé (102 km de Cuiabá), recebem pela primeira vez um curso do Programa SER Família Capacita, idealizado pela primeira-dama, Virginia Mendes, gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e executado pelo Senai-MT. O curso de Costureiro Industrial, que conta com a participação de 20 alunas, foi muito aguardado pela comunidade.

Dona Fátima Benedita da Silva, de 52 anos, que é cozinheira em uma fazenda próxima ao distrito, é uma das alunas que esperava pelo curso. Ela sempre teve o sonho em aprender o ofício de forma mais aprofundada e profissional.

“Sempre tive esse desejo, o sonho em aprender a costurar. A gente sabe o básico do básico, mas aqui temos a oportunidade de ter um certificado profissional. Esse programa é maravilhoso, muito bom mesmo. Eu não esperava ter esse curso aqui e olha só como estamos hoje. É a primeira vez que temos isso aqui e estamos muito motivadas. Às vezes aparece alguém correndo atrás de costureira e a gente sabendo o ofício, pode pegar o trabalho e assim, aumentar a nossa renda. Outro sonho agora é comprar a minha máquina e tenho certeza que será uma mudança de vida”, disse Dona Fátima.

Se por um lado há a aluna com o sonho em aprender o ofício de forma mais aprofundada e profissional, do outro lado há a professora do curso, Jandira Marta Nicolau, costureira há 19 anos, que sempre teve o sonho de poder repassar o seu conhecimento na área da costura para todos, principalmente às mulheres do Distrito do Chumbo.

“Poder ensinar e passar para frente é muito gratificante, porque a pessoa tendo uma profissão, há a mudança de vida. É dar condições para que as pessoas tenham uma renda e eu fico feliz em fazer parte disso, ajudando não só a minha comunidade, mas todos ao entorno, como para aqueles de Cangas. As meninas são muito esforçadas e este curso caiu como um presente de Deus. Agradeço ao Governo de Mato Grosso por esse programa que já está mudando a vida de muitas pessoas do nosso Estado”, declarou.
Idealizadora do programa, a primeira-dama de Mato Grosso Virginia Mendes destaca que o programa nasceu com o propósito de dar oportunidade e perspectiva de vida para todas as pessoas. “Ver o SER Família Capacita alcançar diferentes regiões e povos do nosso Estado me deixa extremamente feliz. Com certeza esse aprendizado vai transformar a vida dessa comunidade”, disse a primeira-dama de Mato Grosso.

De acordo com a superintendente de Promoção do Trabalhador da Setasc, Danielli Santos, o programa visa oportunizar a qualificação de pessoas para a entrada no mercado de trabalho, não importando a distância das comunidades.

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“Ficamos muito felizes em ver uma turma cheia como esta, com a participação da população. Este programa, idealizado com muito carinho pela nossa primeira-dama, Virginia Mendes, é gratuito para os mato-grossenses e convocamos a todos que queiram se qualificar. Não importa a distância do município, distrito ou comunidade porque o nosso objetivo é qualificar as pessoas, para que elas tenham uma profissão e uma renda digna. São mais de 50 mil vagas distribuídas entre 75 cursos ministrados pelo Senai, com todo o custo coberto pelo Governo de Mato Grosso”, afirmou a superintendente.

A coordenadora pedagógica do Senai, Ana Cristina da Silva Araújo, destacou que o objetivo da instituição é transformar vidas e que o Programa SER Família Capacita tem um papel importante para que isso aconteça em todo o Estado de Mato Grosso.

“Para que esse objetivo seja alcançado, programas como o SER Família Capacita são muito importantes para o Senai, porque conseguimos levar novos cursos e oportunidades para as comunidades mais distantes e carentes. Sabemos que trazer cursos como este para esses locais dá às pessoas mais oportunidade de mudança de vida. E este é o nosso papel, junto com o Governo de Mato Grosso, fazendo a transformação do nosso Estado”, finalizou.

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Cursos do SER Família Capacita

Para saber mais sobre o Programa SER Família Capacita e seus cursos, basta acessar o site da Setasc por meio do endereço eletrônico www.setasc.mt.gov.br/serfamiliacapacita.

No local é disponibilizado o link para a pré-inscrição nos cursos oferecidos em todos os 142 municípios de Mato Grosso e também o link do Senai, com informações sobre os cursos oferecidos.

As informações também podem ser acessadas por meio dos telefones 0800 777 9737 e (65) 99806-3806 (WhatsApp).

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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