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CONCEEL-EMT discute reajuste tarifário e impactos para consumidores em Mato Grosso

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[14:59, 10/04/2026] Evelyn Ribeiro – Assessoria Icone Press: Os conselheiros do Conselho de Consumidores de Energia Elétrica da Energisa Mato Grosso (CONCEEL-EMT) se reuniram para discutir o processo de reajuste tarifário anual de energia elétrica no estado. A reunião foi realizada nesta quinta-feira (09), na sede da Energisa, em Cuiabá, e contou com a participação de representantes das classes residencial, comercial, rural e do poder público, além do presidente do Sindenergia e representante da classe industrial, Carlos Garcia.

Durante o encontro, foram analisados os principais fatores que influenciam a composição das tarifas e os possíveis impactos para os consumidores.

Neste ano, o anúncio do percentual de reajuste foi adiado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o que gerou dúvidas e preocupações entre usuários do serviço. A prorrogação atende a uma recomendação da Energisa MT.

O presidente do CONCEEL-EMT, Edvaldo Belisário, esclareceu que a postergação está relacionada a ajustes técnicos e regulatórios que ainda estão em análise pelo órgão regulador.

Segundo ele, o adiamento não significa necessariamente um aumento maior ou menor, mas pode impactar o planejamento financeiro dos consumidores, que aguardam a definição para organizar seus orçamentos. “O CONCEEL-EMT seguirá acompanhando de perto as decisões da Aneel, atuando na defesa dos interesses dos consumidores do nosso estado”, afirmou.

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Sobre o CONCEEL-EMT

O conselho tem como objetivo orientar, analisar e opinar sobre questões relacionadas ao fornecimento, às tarifas e à adequação dos serviços prestados ao consumidor final. O conselho não possui relação de subordinação com a distribuidora Energisa/MT e é composto por representantes das seguintes classes de consumo: residencial, comercial, industrial, rural e poder público.

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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