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Conceel-EMT participa do VII Encontro dos Conselhos de Consumidores do Grupo Energisa em Rondônia

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O Conselho de Consumidores de Energia Elétrica da Energisa Mato Grosso (CONCEEL-EMT) participou do VII Encontro dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica do Grupo Energisa, realizado em Porto Velho, Rondônia. O evento reúne conselheiros de diversos estados atendidos pela Energisa para debater os principais desafios e perspectivas do setor elétrico no Brasil. A programação segue até esta sexta-feira (09), no Hotel Golden Plaza.

A agenda inclui palestras técnicas, com destaque para temas como a modernização da distribuição de energia, os impactos e oportunidades do contrato de concessão com sandbox tarifário, e os projetos em andamento voltados à transformação dos sistemas de alta e média tensão.

Representando o Conceel-EMT, estiveram presentes o vice-presidente, Benedito Paulo de Abreu e a segunda secretária executiva, Ana Paula Silva.

“Estamos acompanhando de perto as mudanças no setor, garantindo que as decisões tomadas respeitem os direitos dos consumidores e promovam melhorias efetivas na qualidade do serviço”, afirmou o vice-presidente do Conceel-EMT, Benedito Paulo de Abreu.

O evento inclui ainda uma visita a Usina Santo Antônio. A hidrelétrica está localizada no Rio Madeira, na cidade de Porto Velho. A estrutura possui 50 turbinas do tipo Bulbo para geração de energia elétrica com potência de cerca de 71,6 megawatts. É a quinta maior hidrelétrica em operação no Brasil e uma das maiores do mundo.

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Sobre o CONCEEL/EMT
O CONCEEL/EMT tem como objetivo orientar, analisar e opinar sobre questões ligadas ao fornecimento, às tarifas e à adequação dos serviços prestados ao consumidor final. O conselho não possui relação de subordinação com a distribuidora Energisa/MT e é composto pelas seguintes classes de consumo: residencial, comercial, industrial, rural e poder público.

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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