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Conceel-EMT participa do VII Encontro dos Conselhos de Consumidores do Grupo Energisa em Rondônia

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O Conselho de Consumidores de Energia Elétrica da Energisa Mato Grosso (CONCEEL-EMT) participou do VII Encontro dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica do Grupo Energisa, realizado em Porto Velho, Rondônia. O evento reúne conselheiros de diversos estados atendidos pela Energisa para debater os principais desafios e perspectivas do setor elétrico no Brasil. A programação segue até esta sexta-feira (09), no Hotel Golden Plaza.

A agenda inclui palestras técnicas, com destaque para temas como a modernização da distribuição de energia, os impactos e oportunidades do contrato de concessão com sandbox tarifário, e os projetos em andamento voltados à transformação dos sistemas de alta e média tensão.

Representando o Conceel-EMT, estiveram presentes o vice-presidente, Benedito Paulo de Abreu e a segunda secretária executiva, Ana Paula Silva.

“Estamos acompanhando de perto as mudanças no setor, garantindo que as decisões tomadas respeitem os direitos dos consumidores e promovam melhorias efetivas na qualidade do serviço”, afirmou o vice-presidente do Conceel-EMT, Benedito Paulo de Abreu.

O evento inclui ainda uma visita a Usina Santo Antônio. A hidrelétrica está localizada no Rio Madeira, na cidade de Porto Velho. A estrutura possui 50 turbinas do tipo Bulbo para geração de energia elétrica com potência de cerca de 71,6 megawatts. É a quinta maior hidrelétrica em operação no Brasil e uma das maiores do mundo.

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Sobre o CONCEEL/EMT
O CONCEEL/EMT tem como objetivo orientar, analisar e opinar sobre questões ligadas ao fornecimento, às tarifas e à adequação dos serviços prestados ao consumidor final. O conselho não possui relação de subordinação com a distribuidora Energisa/MT e é composto pelas seguintes classes de consumo: residencial, comercial, industrial, rural e poder público.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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