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Concessionária é autorizada a iniciar operação comercial na MT-220

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) e a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager-MT) autorizaram o início da operação comercial e cobrança de tarifa de pedágio na MT-220, entre Sinop e Tabaporã. A operação pode começar a partir da 00h desta sexta-feira (27.01).

Desde 2021 a Concessionária Norte Sul é responsável pelos serviços de conservação, recuperação, manutenção, melhorias e operação de um trecho de 138 km da rodovia, entre o entroncamento com a BR-163 e o entroncamento com a MT-410.

No dia 24 de janeiro, a Sinfra, Ager, a Concessionária e o Consórcio Evvia Engefoto Viana, verificador independente do contrato, realizaram uma vistoria conjunta na rodovia, com o objetivo de verificar se todas as condições previstas no Programa de Exploração Rodoviária foram cumpridas.

Entre os trabalhos iniciais previstos estão a eliminação de problemas emergenciais, minimização de problemas crônicos, melhoria das pistas e do visual da rodovia. Foram executados serviços como limpeza das pistas, recuperação preliminar do pavimento, revitalização da sinalização, recuperação de sistemas elétricos e de drenagem.

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Durante a vistoria, a Ager constatou que os trabalhos iniciais foram realizados e por isso o início da cobrança de tarifa foi autorizado. O valor máximo da tarifa será de R$ 10,10 em três praças de pedágio.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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