MATO GROSSO
Condutora de carro que atropelou e matou frentista já está intimada para depor
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A Polícia Civil já identificou a motorista que atropelou e matou a frentista Poliana Gomes da Costa, de 31 anos, na manhã deste sábado (5). O acidente aconteceu em posto de combustível na Avenida 31 de Março, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande.
A motorista dirigia modelo Corolla, que ficou desgovernado, e atropelou a vítima. Poliana foi esmagada contra uma parede.
Foi necessário usar uma retroescavadeira para tirar o Corolla de cima da vítima. Veja Vídeo
Segundo o BO, a motorista estaria parando para abastecer quando perdeu o controle da direção. Depois do acidente, ela fugiu e abandonou o veículo no posto.
A Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) esteve em dois possíveis endereços da condutora. No entanto, ela não foi localizada.
Os policiais conversaram com familiares da mulher e fizeram sua identificação. A suspeita foi intimada para comparecer à Deletran prestar depoimento sobre o atropelamento com morte.
Populares tentaram socorrer Poliana, que não resistiu e morreu no local. O Samu esteve no posto e apenas constatou a morte da frentista.
FONTE/ REPOST: JAQUES GOSCH e BARBARA SÁ – RD NEWS
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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