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Confederação abre credenciamento de imprensa para Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia em Cuiabá

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A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) começou a credenciar os veículos de comunicação interessados na cobertura da quinta etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia 2024, que será realizada entre os dias 19 e 23 de junho, em Cuiabá. O evento esportivo nacional conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

O envio do pedido de credenciamento deve ser feito até as 12h de segunda-feira (17.06) para o e-mail imprensa@volei.org.br . A solicitação deve conter o nome do veículo de comunicação, além do nome e do cargo de cada profissional envolvido na cobertura.

As credenciais não são nominais e podem ser utilizadas, em esquema de revezamento, por mais de um profissional, caso haja necessidade. Os pedidos aprovados receberão um e-mail de confirmação com local e horário de retirada das credenciais na terça-feira (18.06).

Por restrição de espaço, o número de credenciais será limitado a três credenciais por emissora de TV (repórter + repórter cinematográfico + produtor), duas para veículos impressos (repórter + fotógrafo) e uma para rádios e sites (repórter).

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O público poderá acompanhar gratuitamente as partidas em arquibancadas cobertas montadas no estacionamento do ginásio Aecim Tocantins. Como o espaço é limitado, o ingresso também deve ser assegurado mediante cadastro prévio pelo link eventos.voleibrasildigital.com.br.

Nesta temporada, a competição manteve a divisão em duas partes: Top 16 e Aberto. No Top 16 estão os principais atletas nacionais, no topo do ranking brasileiro. No Aberto, são oito duplas classificadas pelo ranking, e outras oito duplas vindas do qualifying. Os vencedores do Aberto garantem vaga no Top16 da próxima etapa do Circuito Brasileiro.

Programação prévia (horário MT)
Quarta-feira (19.06): Qualifying aberto, das 8h às 18h
Quinta-feira (20.06): fase de grupos e oitavas de final do aberto, das 9h às 17h30
Sexta-feira (21.06): quartas de final do aberto, das 9h às 11h / semifinais do aberto, das 14h às 15h/ fase de grupos Top16, das 10h40 às 18h
Sábado (22.06): Finais do aberto, das 9h55 às 10h55 / oitavas de final Top16, das 8h15 às 10h / quartas de final Top16, das 10h45 às 12h30 / semifinais Top16, das 16h às 20h
Domingo (23.06): Finais Top16, das 9h às 12h

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(Com informações Assessoria CBV)

Fonte: Governo MT – MT

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Remédio sem hormônio para a menopausa abre alternativa para quem ficou anos sem tratamento

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“A onda de calor não é um desconforto qualquer. É a mulher acordando encharcada de suor no meio da noite, é o rosto pegando fogo numa reunião cheia de gente. E eu tenho paciente convivendo com isso há anos, sem ter para onde correr”, diz a ginecologista Dra. Fabiana Bersch. Para parte dessas mulheres, a ciência trouxe uma saída. A Anvisa aprovou nesta segunda-feira, 22 de junho, o fezolinetanto, primeiro medicamento sem hormônio autorizado no Brasil para tratar as ondas de calor e o suor noturno de intensidade moderada a intensa associados à menopausa.

Os calores e suores noturnos são o sintoma mais conhecido do climatério e atingem até 80% das mulheres entre 40 e 65 anos. Não são raros nem passageiros: duram, em média, sete anos, e em alguns casos chegam a dez. Mesmo assim, boa parte das pacientes nunca recebeu um tratamento à altura.

O novo remédio será vendido pela Astellas Farma com o nome Veoza, em comprimido de uso diário. A aprovação se baseou em estudos clínicos que reuniram mais de 3 mil mulheres na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá. Diferente da reposição hormonal, o fezolinetanto age direto no cérebro. Na menopausa, a queda do estrogênio faz uma substância chamada neurocinina B agir de forma exagerada no hipotálamo, a região que controla a temperatura do corpo. É esse descontrole que dispara os calorões. O medicamento bloqueia essa substância e acalma o termostato interno.

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Para a Dra. Fabiana, quem mais ganha com a novidade são as mulheres que até agora não tinham uma alternativa segura. Ela cita dois grupos. “O primeiro são as mulheres que tiveram câncer de mama. Muitas não podem usar hormônio de jeito nenhum, e conviviam com os calores sem nenhuma alternativa aprovada. Para elas, isso muda o jogo”, afirma.

O segundo grupo é menos comentado, mas igualmente grande.“São as mulheres que perderam a janela de oportunidade da reposição. Quando a terapia hormonal não começa nos primeiros anos da menopausa, iniciar muito depois pode trazer mais risco do que benefício. Essas pacientes ficavam órfãs de tratamento. Agora elas têm uma saída”, explica.

A médica comemora o avanço, mas faz questão de colocar a novidade no lugar certo. O fezolinetanto trata o calor e o suor. Ele não age sobre os outros efeitos da queda do estrogênio. “Preciso ser honesta com as minhas pacientes. O remédio cuida das ondas de calor e do suor noturno, e faz isso bem. Mas ele não trata a perda de massa óssea, a secura vaginal, o sono, o humor nem a saúde do coração. A menopausa é muito maior do que um sintoma só”, diz.

É aí que entra o trabalho que ela defende, de olhar para a mulher por inteiro e não só para a queixa do momento. “O remédio é uma ferramenta nova e importante, não um atalho. A mulher continua precisando de uma avaliação completa, porque tratar um sintoma isolado não é a mesma coisa que cuidar da mulher inteira”, reforça.

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A ginecologista também pede cautela com a expectativa. O medicamento que ainda não chegou às farmácias, exige acompanhamento, incluindo exames para monitorar o fígado. “Já vejo gente animada querendo o remédio. Ele ainda não está disponível e não é para sair tomando por conta própria. A indicação precisa ser individual, com avaliação e acompanhamento”, orienta.

Quando não tratados, os calores e suores noturnos vão muito além do incômodo. Tiram o sono, afetam a memória, o humor e a produtividade. Cuidar bem dessa fase, lembra a médica, é cuidar do futuro da mulher. “A menopausa é o fim da vida reprodutiva, não da vida produtiva. Quanto mais opção de tratamento a mulher tiver, e quanto melhor o acompanhamento, melhor ela vive os anos que vêm pela frente”, conclui.

Sobre a Dra. Fabiana Bersch

Dra. Fabiana Bersch é ginecologista com mais de 25 anos de experiência, com foco em saúde integrativa da mulher. Tem pós-graduação em Medicina Integrativa e concluiu, em 2026, o programa de atualização em saúde da mulher e menopausa (WHAM) da Harvard Medical School. Atende presencialmente em Primavera do Leste (MT) e on-line para todo o Brasil.

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