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Confira as ações do Governo de MT para prevenção e combate aos incêndios florestais

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O Governo de Mato Grosso tem atuado de forma integrada, desde o início do ano, para prevenção e preparação à temporada de incêndios florestais no Estado. As ações envolvem as Secretarias de Estado de Segurança Pública (Sesp), de Meio Ambiente (Sema), Infraestrutura e Logística (Sinfra), Defesa Civil e Metamat.

Somente para 2024, o Governo destinou R$ 74,5 milhões para combate aos crimes ambientais, dos quais R$ 30,9 milhões são exclusivamente para combate aos incêndios.

Confira abaixo a atuação de cada Secretaria:

Sema

Para garantir mais efetividade no combate aos incêndios, a Secretaria de Meio Ambiente antecipou e estendeu o período proibitivo de uso do fogo no Pantanal, consideração as previsões de estiagem severa para os próximos meses, e elaborou, de forma conjunta, o Plano de Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais.

A Sema faz o monitoramento de focos de calor pela plataforma Planet – um sistema de alta resolução e precisão que monitora, via imagens de satélite de alta definição, o Estado em tempo real -, e emitiu nota técnica orientativa para os produtores rurais. O documento propõe as estruturas mínimas que devem ser mantidas para evitar o alastramento do fogo.

A Secretaria também participa das ações integradas, como a Operação de Combate aos Incêndios Florestais no Pantanal. A ação antecipou a distribuição dos bombeiros militares em regiões estratégicas, enviando, de imediato, militares para combater os incêndios no Pantanal.

A Secretaria de Meio Ambiente também executa os planos de prevenção e combate aos incêndios florestais em unidades de conservação estaduais, que preveem mapeamento de áreas para construção de aceiros, formação de brigadistas e educação ambiental, visitas técnicas e manejo integrado do fogo, para que os incêndios futuros não sejam de grandes proporções.

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Corpo de Bombeiros

Por meio do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), o Estado capacitou 883 brigadistas em 29 cidades e está reforçando o efetivo para garantir uma resposta mais eficiente no combate às chamas nos três biomas presentes em Mato Grosso: Amazônia, Pantanal e Cerrado.

O CBM também capacitou bombeiros militares com o 1º Curso de Queima Prescrita – técnica utilizada para criar uma barreira natural e evitar o espalhamento do fogo em caso de incêndio -, e realizou ações educativas e de conscientização em 35 comunidades rurais e escolas.

Defesa Civil

A Defesa Civil também se reuniu com as Coordenadorias Municipais de Defesa Civil para orientação de ações de prevenção e preparação para a temporada de incêndios florestais. As equipes ainda fizeram o mapeamento das pistas de pouso na região do Pantanal e dos pontos de captação de água para apoio às ações de resposta aos incêndios.

Os agentes da Defesa Civil também realizaram vistorias técnicas para analisar as condições de tráfego na Transpantaneira, para o apoio logístico durante o período proibitivo, e reuniões com os proprietários de hotéis e pousadas na região para a articulação de ações integradas.Christiano Antonucci - Secom - MT

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Para auxiliar nas ações de resposta aos incêndios florestais, a Defesa Civil também dispõe de um contrato de quatro aeronaves, que poderão ser acionadas simultaneamente para o combate direto às chamas.

Sinfra

A Sinfra também atua de forma integrada com as demais Secretarias para apoio logístico nas operações no Pantanal, criando aceiros nas rodovias MT-060 (Transpantaneira) e 456 e e em estradas vicinais, e construindo açudes para servirem de abastecimento nos locais onde serão instalados poços artesianos.

Também foram construídos açudes em locais indicados pela Sema, que serão de bebedouros e abrigos para os animais da região.

Para auxiliar na decolagem e pouso das aeronaves que dão apoio ao combate aos incêndios, a Sinfra melhorou as condições de tráfego, com patrolamento e cascalhamento, em pistas de pousos e nas rodovias da região. Ainda, faz a substituição de pontes de madeira por concreto e aduelas, e a suavização de aterros e encabeçamentos, garantindo mais segurança a quem passar pelas rodovias.

Outra ação da Secretaria de Infraestrutura e Logística é a abertura de estradas para facilitar o acesso dos militares e brigadistas às áreas de mata, melhorando a capacidade de resposta no combate aos incêndios. A Pasta ainda disponibilizou máquinas de patrulhas mecanizadas para apoiar as atividades.

Metamat

Para auxiliar nas operações de combate aos incêndios florestais, a Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat) realizou a perfuração de três poços artesianos no município de Poconé.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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