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Conselheiro Sérgio Ricardo reúne gestores para debater destinação correta do lixo

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Sob a coordenação do presidente da Comissão Permanente do Meio Ambiente (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, representantes de seis municípios da região Norte: Alta Floresta, Carlinda, Nova Bandeirantes, Paranaíta, Nova Monte Verde e Apiacás, retornarão à Corte de Contas na próxima segunda-feira (24), às 9 horas, na Escola Superior de Contas, para dar continuidade às tratativas legais junto às instituições fiscalizadoras voltadas à destinação adequada de resíduos sólidos e, consequentemente, fim dos lixões.

No último encontro, promovido no dia 26 de junho deste ano, foram discutidas medidas ambientalmente corretas para solucionar a problemática, dentre elas, a implantação de aterros sanitários, considerando a urgente necessidade de cumprimento das normativas inseridas na Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Além dos gestores municipais, participarão do novo encontro, representantes do Ministério Público de Contas (MPC-MT); Ministério Público Estadual (MPE-MT); Tribunal de Justiça (TJ-MT); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA); Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM); Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT); Casa Civil; Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA-MT) e Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (SINFRA-MT).

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“Em Mato Grosso praticamente todos os municípios ainda têm lixões, o que vai contra a atual legislação. A Lei determina que todos os municípios devem dar destinação ambientalmente correta ao lixo produzido. Nossa primeira reunião foi muito produtiva no sentido de analisarmos todas as partes envolvidas e agora, não tenho dúvidas de que encontraremos o melhor caminho com foco no desenvolvimento sustentável”, observou o conselheiro Sérgio Ricardo, que está à frente de diversas ações voltadas à defesa do meio ambiente.

SERVIÇO:

O que: Sérgio Ricardo reúne-se com gestores municipais do Norte para tratar sobre a destinação correta do lixo.
Quando: 24 de julho, às 9 horas.
Onde: Escola Superior de Contas (TCE-MT).

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: imprensa@tce.mt.gov.br
Flickr: clique aqui

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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