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Conselheiro Sérgio Ricardo se reúne com Corpo de Bombeiros para acompanhar de perto ações de combate a incêndios florestais

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O acompanhamento das políticas públicas estaduais voltadas ao combate dos incêndios florestais nos 141 municípios mato-grossenses é uma das frentes de trabalho da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Copmas) do Tribunal de Contas de Mato Grosso, presidida pelo conselheiro Sérgio Ricardo.

Em visita ao Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) do Corpo de Bombeiros, nesta segunda-feira (07.08), o conselheiro avaliou, juntamente com o comandante-geral Cel BM Alessandro Borges Ferreira e membros da direção, todas as etapas do Plano de Operações do Corpo de Bombeiros para a Temporada de Incêndios no ano de 2023, bem como as tecnologias empregadas nos sistemas interligados nesta unidade especializada de segurança pública.

Para o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, a atuação do conselheiro Sérgio Ricardo em defesa do Meio Ambiente em toda sua vida pública tem muito a agregar com os trabalhos da Instituição. “É uma honra recebermos a visita e termos como parceiro o conselheiro Sérgio Ricardo, pelo seu conhecimento de causa e um histórico marcante na defesa do Meio Ambiente”, afirmou o comandante-geral, destacando a importância da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade e seu “louvável trabalho junto aos 141 municípios.”

Sobre o planejamento orçamentário para 2023, a expectativa é de que sejam investidos em torno de R$ 38 milhões somente nas ações de combate aos incêndios florestais.

“Nós estamos evoluindo cada vez mais, não só na parte logística operacional como na parte de monitoramento estratégico, para fazer frente às nossas atividades que são pontuais com foco no combate aos incêndios florestais”, detalhou Borges.

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De acordo com este planejamento da corporação, o trabalho preventivo e de orientação sobre as medidas legais para o manejo florestal junto aos gestores públicos e toda sociedade é feito de janeiro a janeiro, com a participação efetiva da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) e demais órgãos parceiros.

Os trabalhos são intensificados especialmente entre os meses de julho e outubro, durante o período de seca e proibitivo legal das queimadas, com a prevenção ativa, responsabilização e resposta rápida com a ação do Estado nos casos de incêndios detectados.

A responsabilização pelos crimes ambientais é uma das etapas do plano anual de operações. Até o mês de julho, foram aplicadas cerca de R$ 78 milhões em multa pelos atos contra o meio ambiente, conforme pode constatar o conselheiro em relatório apresentado pelo comandante da unidade, tenente-coronel BM Marco Aurélio Aires da Silva.

Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT

“O número é significativamente maior do que o verificado no ano passado. Em 2022, foram aplicadas multas de cerca de R$ 35 milhões pelos atos ilícitos, recursos que ao final do processo punitivo retornaram ao Estado em investimentos no Sistema Estadual de Combate aos Crimes Ambientais” informou o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais.

Para o conselheiro Sérgio Ricardo, os dados apresentados são de suma importância para dar um panorama completo de como os incêndios estão sendo controlados a partir dos focos de calor, por meio de plataforma de inteligência tecnológica de monitoramento via satélite.

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“Quero parabenizar o comandante e todos os membros, desde o comando até quem vai na ponta no enfrentamento direto às chamas. O Estado está em boas mãos com unidades em 25 municípios muito bem equipadas, com estratégias e coragem para dar respostas rápidas aos casos detectados em todo território estadual.  Nós, da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Tribunal de Contas, estamos aqui para somar neste importante trabalho com o envolvimento direto da sociedade e dos gestores municipais”, afirmou.

Sérgio Ricardo também fez questão de enfatizar a responsabilidade de cada parte envolvida neste processo, sendo o Corpo de Bombeiros responsável pelo combate aos incêndios nas unidades de conservação e os cidadãos em suas propriedades rurais. “Sem esquecer dos gestores municipais, que são responsáveis pelo controle dos incêndios nas áreas urbanas, com fiscalização mais acirrada. Cada um tem sua parcela de responsabilidade. Quase que 100% dos incêndios de Mato Grosso são causados pelos donos das áreas.”

Estrutura

O Batalhão de Emergências Ambientais é a única unidade especializada do CBMMT. Possui sede em Cuiabá e atua diretamente no enfrentamento aos incêndios florestais, queimadas ilegais e emergências com produtos perigosos em toda a extensão de Mato Grosso, sendo estruturado em companhias específicas para o atendimento a estas atividades operacionais. Possuí ainda em sua estrutura o Grupo de Aviação Bombeiro Militar, responsável pela gestão e operação das aeronaves destinadas ao Combate a Incêndios Florestais.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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