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Construção de imóveis com subsídio do Governo de MT melhora índice habitacional e gera emprego em Campo Verde

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Os imóveis lançados pelo Governo de Mato Grosso, em Campo Verde, nessa quarta-feira (10.04), contribuem com o desenvolvimento da cidade, que está em plena expansão, principalmente por causa do agronegócio, das indústrias de beneficiamento da produção agrícola, em especial de algodão, e construção civil. 

O Programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, oferece subsídios para a entrada de imóveis, melhorando o indíce habitacional e gerando empregos. 

Operário da construção civil, Welson dos Santos Rodrigues, de 30 anos, é um dos trabalhadores de outro estado que se mudaram para Campo Verde depois de conseguir uma oportunidade de ganhar mais. Há um ano, ele migrou de Rondônia para Mato Grosso.

“No meu estado a gente até trabalha, mas não ganha dinheiro. Aqui, em Mato Grosso, tem muita oportunidade e um bom salário. Como pedreiro eu não paro. Assim que acabar a obra aqui, já tem outra me aguardando”, relatou.
 

Pelo programa serão construídos, com subsídios do Governo, e em parceria com a Prefeitura Municipal, que doou os terrenos, 856 apartamentos apenas de Campo Verde. Deste total, 576 foram lançados nessa quarta-feira (10) no município, quando o governador Mauro Mendes e o prefeito da cidade, Alexandre Lopes, firmaram uma nova parceria e anunciaram a construção de outras 280 unidades.

Além de mudar a vida das pessoas que vão morar nos empreendimentos, o programa também fomenta a economia local e gera empregos. 

As inscrições para ter acesso a subsídio do Governo do Estado na aquisição de um imóvel no residencial Florais do Campo 1 estão abertas e para o Florais do Campo 2 ainda serão disponibilizadas. 

Durante o evento de lançamento, a primeira-dama Virginia Mendes exaltou a parceria com a Prefeitura Municipal em prol da melhoria da qualidade de vida da população.

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“Esse programa é um divisor de águas dentro do que significa o SER, ter um lar é superar, é ter esperança e ter o respeito como garantia, unindo tudo isso, nós garantimos a dignidades das pessoas. Sou grata pela dedicação do presidente da MT Par, Wener Santos, que tem sido fundamental para o sucesso do projeto”, declarou.

Para o governador Mauro Mendes, os investimentos que estão sendo aplicados pelo Governo de Mato Grosso trazem resultados porque são utilizados com responsabilidade. “O dinheiro público vem de todos e quando usado da forma certa, a população vê o resultado e o retorno dele por meio de escolas, casas e outros benefícios”, assegurou.

O presidente da MT Par, Wener Santos, explicou que o acesso ao imóvel vem de uma parceria entre todos os governos. Enquanto o Governo de Mato Grosso oferece o subsídio, a prefeitura faz a doação do terreno e os valores da aplicação são repassados para o interessado em forma de desconto na entrada.

“Com este programa, o governo atende um público que pode pagar uma parcela a preço razoável, mas não tem como juntar o dinheiro da entrada. Foi uma ideia muito perspicaz da primeira-dama, Virgínia Mendes, que ao idealizar o programa se mostrou sensível a realidade da população e comprometida em ofertar dignidade às famílias por meio da moradia”, afirmou. 
 

Obras de fundação dos prédios do condomínio Florais do Campo 1 e 2 em Campo Verde. Foto: (Marcos Guimarães/ MT-Par)

 

O programa

As moradias lançadas em Campo Verde integram o Programa SER Família Habitação, modalidade Entrada Facilitada, na qual o Estado pode subsidiar cada unidade em até R$ 20 mil. O valor pode ser somado a outros subsídios, como os federais do Minha Casa, Minha Vida, e também acrescidos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, a partir dos requisitos exigidos pela Caixa Econômica Federal (CEF)

O público-alvo é formado por famílias com renda entre dois salários mínimos e R$ 8 mil e que buscam ser proprietárias do 1º imóvel. Atualmente, mais de 10 mil unidades habitacionais estão credenciadas em todo o Mato Grosso dentro desta modalidade.

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As pessoas interessadas em adquirir uma delas devem fazer o cadastro no Sistema de Habitação do Estado de Mato Grosso (SihabMT), que está em destaque no site da MT Par. Depois de preencher o formulário, o sistema apresenta os empreendimentos disponíveis no município e arredores para manifestação de interesse e, posterior, emissão do Comprovante de Cadastro de Interesse (CCI), com o qual o futuro mutuário deve procurar uma construtora e dar início ao processo de aquisição. Reforçando, o processo inicial tem quatro etapas: cadastro no SihabMT, manifestação de interesse, impressão do CCI e busca pela construtora.

O programa SER Família Habitação está dividido da seguinte forma: faixa 0, 1, 2 e 3. O faixa 0 é para famílias que não possuem renda e estão cadastradas no CadÚnico; o faixa 1 para famílias com renda até R$ 2.640; faixa 2 com renda familiar bruta entre R$ 2.640 até R$ 4,4 mil; e faixa 3, para famílias com renda mensal entre R$ 4,4 mil até R$ 8 mil.

A modalidade entrada facilitada atende as faixas 1,2 e 3. Já a faixa 0 é atendida por casas doadas, cuja construção é coordenada pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).¿

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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