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Corpo de Bombeiros abre processo seletivo para contratação de brigadistas florestais

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso abriu, nesta terça-feira (15.08), as inscrições para o processo seletivo que visa a contratação de 174 brigadistas florestais temporários para reforçar as ações durante o período proibitivo do uso do fogo. A remuneração bruta mensal será de R$ 2.400.

A jornada de trabalho será de 44 horas semanais, no regime de plantão de 12 horas, seguido de 36 horas de descanso. O contrato será de dois meses, podendo ser prorrogado desde que haja previsão legal.

A inscrição é gratuita e deve ser realizada até 20 de agosto, das 8h às 12h e das 14h às 18h, nas unidades militares de 28 municípios, conforme descrito no edital. O interessado deverá entregar as fichas de inscrição e de análise preenchidas, e devem portar um documento de identificação oficial.

O processo seletivo será dividido em duas fases: a primeira consiste na avaliação curricular do candidato, de caráter classificatório e eliminatório; já a segunda será o Teste de Aptidão Física (TAF) e o Teste de Habilidade para Utilização de Ferramentas Agrícolas (THUFA). Ao final, o candidato selecionado passará pelo Curso de Capacitação de Brigadistas.

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Os profissionais selecionados irão atender os municípios de Cuiabá, Barão de Melgaço, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Poconé, Santo Antônio do Leverger, Paranatinga, Alto Paraguai, Feliz Natal, Nova Maringá, Nova Ubiratã, União do Sul, Água Boa, Barra do Garças, Bom Jesus do Araguaia, Cocalinho, Confresa, Novo Santo Antônio, Ribeirão Cascalheira, Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião, Vila Bela da Santíssima Trindade, Aripuanã, Barra do Bugres, colniza, Cotriguaçu, Juara e Nova Bandeirantes.

O resultado final será divulgado no dia 9 de setembro, no Diário Oficial do Estado.

Confira o edital completo aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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