MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso realiza trocas de comando de dois batalhões
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No 1º Batalhão de Bombeiros Militar de Cuiabá, o tenente-coronel BM Mario Henrique Faro Ferreira, transmitiu o comando para o tenente-coronel BM Paulo César Crivelli. A solenidade aconteceu na sede do Batalhão e contou com a presença de autoridades, familiares e membros da corporação.![]()
Durante a cerimônia, o comandante-geral em substituição legal, coronel BM Ricardo Antônio Bezerra Costa, expressou agradecimento e reconhecimento pela trajetória do tenente-coronel Faro e deu as boas-vindas ao tenente-coronel Crivelli, que assume o comando do 1° Batalhão.
“Gratidão ao tenente-coronel Faro pelo seu trabalho e dedicação durante sua gestão. Sei que ele desempenhou suas responsabilidades com grande comprometimento e contribuiu para o crescimento e desenvolvimento do Batalhão. Agora, é com grande confiança que nomeamos como novo comandante o tenente-coronel Crivelli. Tenho certeza de que ele trará sua experiência e contribuição para o crescimento, qualificação e melhoria do atendimento à população de Mato Grosso”, disse.
Em seu discurso de despedida, o tenente-coronel Mario Henrique Faro Ferreira, destacou os desafios e conquistas durante sua gestão e agradeceu à equipe pelo apoio e dedicação ao longo de sua jornada.
“Agradeço a todo efetivo que não mediu esforços para trabalhar em prol do cidadão, diante das mais complexas ocorrências. Destaco aqui o trabalho de toda a equipe do batalhão, que garante que o serviço funcione, meu respeito a todos que se dedicam para garantir um serviço de qualidade. Aos oficiais que estiveram comigo, os que passaram e os que continuam, meu sincero muito obrigado”, declarou o tenente-coronel.
A segunda troca de comando ocorreu no 2º Batalhão de Bombeiros Militar de Várzea Grande, onde o tenente-coronel BM Rafael Ribeiro Marcondes encerrou sua administração, transmitindo as responsabilidades para o tenente-coronel BM Rogério Quinteiro Barcellos. A cerimônia foi marcada por momentos de emoção e reconhecimento do trabalho realizado pelo comandante anterior.
“Gostaria de reconhecer e agradecer ao tenente-coronel Marcondes pelo seu dedicado trabalho à frente do 2º Batalhão de Bombeiros Militar de Várzea Grande. Sob sua liderança, o Batalhão alcançou avanços significativos na infraestrutura e nos processos operacionais. Agradeço por seu compromisso e dedicação em garantir a segurança e o bem-estar da população. Agora, assume essas responsabilidades o tenente-coronel Quinteiro. Confiamos em sua capacidade de liderança e de dar continuidade ao excelente trabalho realizado até então. Estou certo de que, sob sua administração, o 2º Batalhão continuará a se destacar na prestação de serviços de qualidade à comunidade. Desejo-lhe sucesso em sua nova função e que possamos trabalhar juntos em prol da segurança de todos”, falou o comandante-geral em substituição legal.![]()
O tenente-coronel Marcondes teve a oportunidade de fazer sua fala, expondo sua gratidão e transmitindo uma mensagem de encorajamento para o próximo comandante.
“A medida que passo o bastão para o próximo comandante, tenho plena confiança de que o 2° Batalhão continuará a prosperar e a cumprir sua missão com excelência. Este é um momento de renovação e oportunidade, uma chance para novas ideias florescerem, novos laços se formarem e novos sucessos serem alcançados. Para o próximo comandante que assumirá esta responsabilidade, peço que mantenha vivo o espírito de camaradagem, respeito mútuo e trabalho em equipe que sempre foi a essência desta unidade. Gostaria de agradecer a cada membro do 2° Batalhão, suas famílias e entes queridos por apoio inabalável ao longo destes dois anos”, discursou o tenente-coronel Marcondes.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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