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Corpo de Bombeiros Militar orienta população sobre cuidados durante o Carnaval

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) listou alguns cuidados essenciais que podem ser tomados pela população durante o período de Carnaval, já que nessa época os índices de ocorrências tendem a aumentar. Com o objetivo de evitar acidentes e promover um ambiente seguro para todos, o órgão lista uma série de cuidados essenciais que podem ser adotados durante a folia.

Para festividades próximas a piscinas, cachoeiras e rios, é fundamental ficar atento e respeitar as sinalizações do local. Os cuidados precisam ser redobrados com as crianças, que devem estar sempre sob a supervisão de adultos.

Além disso, é importante evitar entrar na água durante ou após chuvas, devido à possibilidade de cabeça d’água, que é um fenômeno da natureza que causa o aumento repentino do volume de água de cachoeiras e rios, podendo arrastar e afogar banhistas. Também é aconselhável evitar nadar após o consumo de bebidas alcoólicas ou alimentos em excesso.

Para aqueles que pretendem viajar durante o feriado prolongado, é necessário tomar algumas precauções. Antes de sair de casa, é recomendado fechar os registros de água e gás, desconectar os eletrodomésticos da tomada e não deixar animais de estimação desassistidos dentro de casa.

O CBMMT destaca também a importância de adotar medidas de segurança no trânsito para quem decidiu viajar de carro. A revisão do veículo que será utilizado é fundamental para garantir a segurança nas estradas. Os motoristas devem dar preferência para viajar durante o dia, quando a visibilidade é melhor e evitar pegar a estrada em condições desfavoráveis, como chuva ou neblina. O uso do cinto de segurança por todos os passageiros e a correta utilização das cadeirinhas para crianças são indispensáveis.

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Quem optar por festas em locais fechados ou abertos com concentração de público também precisa ter atenção. A instituição orienta a localizar as saídas de emergência, manter as crianças em constante vigilância e dar preferência para locais que possuam alvará emitido pelo Corpo de Bombeiros Militar;

No período do Carnaval, é comum a realização de festas e comemorações que envolvem o consumo de bebidas alcoólicas. No entanto, é fundamental que todos os cidadãos assumam a responsabilidade de não dirigir sob o efeito do álcool. Além de ser uma infração grave, é uma atitude que coloca em risco a segurança do condutor, dos passageiros e de outras pessoas nas vias públicas. Se pretende ingerir bebidas alcoólicas, faça um planejamento prévio para garantir um meio de transporte seguro de volta para casa. Considere utilizar serviços de táxi, transporte por aplicativo, carona solidária ou designar um motorista da rodada.

Covid-19

Além das orientações gerais de segurança, é importante ressaltar que devido ao aumento de casos de Covid-19, é fundamental seguir as orientações das autoridades de saúde para prevenir uma nova disseminação do vírus. Isso inclui o uso de máscara, a higienização frequente das mãos, e o distanciamento social.

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Operação Carnaval 2024

A partir desta sexta-feira (09.02), o CBMMT irá intensificar as ações preventivas em todo o Estado para reforçar a segurança dos foliões e prevenir acidentes neste período de festividades.

Durante a Operação, o CBMMT contará com um efetivo reforçado e equipes especializadas em diferentes áreas, como prevenção e combate a incêndios, resgate e salvamento, atendimento pré-hospitalar, entre outros.

Estrategicamente, foram estabelecidos pontos de atuação em locais de maior concentração de pessoas, tais como áreas turísticas, praias, praças e eventos públicos.

O comandante-geral do CBMMT, coronel BM Alessandro Borges Ferreira, ressaltou que o órgão está empenhado em promover ações de conscientização e prevenção durante o Carnaval, visando evitar acidentes e garantir a segurança da população.

“Nossa missão é proteger vidas e garantir a segurança da comunidade. Durante o Carnaval, intensificamos nossos esforços para conscientizar sobre os perigos e promover a importância de agir com responsabilidade. Contudo, é fundamental que cada pessoa faça a sua parte, seja prudente e siga as orientações de segurança para evitar acidentes”, enfatizou o coronel.

A Operação Carnaval 2024 segue até o dia 13 de fevereiro.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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