MATO GROSSO
Corpo de jovem é encontrado após 3 dias de buscas em rio
MATO GROSSO
Corpo de Cleiton Hiler Ferreira de Souza, 27, foi encontrado nesta quarta-feira (6), após 3 dias de buscas no rio Arinos, em Juara (709 km ao médio norte de Cuiabá). Ele estava desaparecido desde o dia (3), quando caiu no rio durante um passeio de barco
Conforme informações, o Corpo de Bombeiros encontrou a companheira de Cleiton, Beatriz Aparecida Carnauba Lima, 23, na segunda-feira (4). Porém, eles não tiveram sucesso em encontrar o corpo do rapaz.
As equipes de mergulhadores continuaram as buscas pela vítima, que foi localizada a cerca de 10 quilômetros do último ponto em que foi avistado.
O corpo foi resgatado e entregue ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos cabíveis.
O caso
Casal estava em um barco a caminho de um banco de areia no meio do rio, onde passaria o dia. No entanto, antes de chegar nesse “monte” de areia, onças começaram a se formar no rio e a embarcação se encheu de água, afundando em poucos minutos.
As vítimas foram levadas pela correnteza e sumiram, conforme contaram testemunhas aos militares.
MATO GROSSO
Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Abrindo a temporada de exposições 2026 da A Casa do Parque, a mostra fotográfica AURA NOIR será inaugurada nesta quinta-feira (28), às 19h, com entrada gratuita. A exposição marca a estreia da magistrada cuiabana Olinda Altomare na fotografia autoral.
Há quatro anos, ela encontrou na arte fotográfica uma forma de ampliar a percepção do mundo, transformando o ato de fotografar em uma experiência sensorial, contemplativa e de expressão artística.
A mostra reúne oito obras em preto e branco captadas em incursões pela Chapada e pelo Pantanal. Em vez do registro documental ou turístico, Altomare constrói imagens de forte densidade visual, nas quais água, mata, luz e animalidade ultrapassam a paisagem e assumem presença quase escultórica.
Ao optar pela subtração da cor, a artista reorganiza o olhar. O preto, o branco e os contrastes extremos condensam a imagem ao essencial. Uma cabeça de jacaré emerge da água como força silenciosa e ancestral.
Árvores se expandem como arquitetura orgânica. O céu estrelado deixa de ser horizonte para se tornar campo de imensidão. Mais do que uma exposição inaugural, AURA NOIR surge como um primeiro recorte de uma pesquisa imagética marcada pela contenção, pela atmosfera e pela permanência do visível.
“Olinda constrói, em AURA NOIR, uma fotografia baseada em contenção, contraste e permanência. A subtração da cor intensifica a presença da paisagem e desloca o olhar para além do registro documental. Produzidas em fine art, com obras apresentadas também em grandes dimensões, as imagens ampliam a experiência visual e reforçam a relação entre escala e contemplação”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e curadora da exposição.
Em um tempo em que a fotografia frequentemente se dissolve na velocidade da imagem cotidiana, Olinda Altomare opera na direção contrária: desacelera o olhar e devolve peso à contemplação.
Serviço
Assunto: Exposição-cápsula apresenta imagens de Olinda Altomare na Casa do Parque
Horário: 28 de maio, às 19h
Local: A Casa do Parque – R. Maj. Severino de Queiroz, 455 – Duque de Caxias II, Cuiabá
Entrada franca
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