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Corregedoria da Polícia Civil afasta delegado pelo prazo de 60 dias

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A Corregedoria Geral da Polícia Civil determinou, nesta quinta-feira (1), o afastamento preventivo do delegado Bruno França Ferreira durante as investigações da sindicância que apura a sua conduta durante o cumprimento de um mandado em Cuiabá.

Na noite de segunda-feira (28), ele foi filmado invadindo uma residência no Florais dos Lagos e ameaçando uma família.

Segundo a Polícia Civil, diante da previsão legal, o afastamento de 60 dias será remunerado.

“O procedimento instaurado na Corregedoria busca apurar as condutas praticadas pelo delegado em relação à entrada e abordagem à família na residência e também, posteriormente, nem relação ao advogado da família, na Central de Flagrantes de Cuiabá”, diz trecho do documento.

De acordo com o documento, o prazo pode ser prorrogado por igual período, ou seja, por mais 60 dias, a depender do curso das investigações.

“O delegado será notificado do afastamento preventivo, assim como seu superior hierárquico e a Coordenadoria de Gestão de Pessoas da Polícia Civil”, diz outro trecho do documento.

“Não foi recebido pelo órgão corregedor um pedido formal feito pelo servidor de afastamento do cargo. Uma cópia da documentação produzida foi encaminhada ao setor de investigação criminal da Corregedoria Geral para análise dos fatos”.

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FONTE/ REPOST: LIZ BRUNETTO – MÍDIA NEWS 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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