Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

“Crianças que usam bebida de soja são mais saudáveis”, diz presidente de instituição beneficiada pelo Agrosolidário

Publicados

MATO GROSSO

Programa possibilita auxílio na alimentação e impacta o dia a dia das famílias.

O Programa Agrosolidário, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), tem sido uma mão estendida a famílias em situação de vulnerabilidade social. A Obras Sociais Seara de Luz, que acolhe 400 famílias, entre crianças e idosos, é um exemplo de como esse auxílio se traduz em mudança de vida.

A bebida de soja, fornecida pelo programa, tem se mostrado um recurso valioso. Para as 80 crianças atendidas pela creche Filantrópica Nina Zaque e para os pacientes acamados da comunidade, ela representa não apenas nutrição, mas um alívio no cotidiano.
Elione Fátima de Almeida Santos, presidente da Seara de Luz, acompanha de perto os resultados dessa parceria. “Observamos que as crianças e idosos que utilizam a bebida de soja apresentam sinais de mais saúde, com mais energia e vitalidade. É algo que toca profundamente quem está aqui, vendo a diferença que faz”, comenta.

A bebida de soja vai além de sua função nutricional. Ela traz uma economia significativa para as famílias, que podem redirecionar o dinheiro que seria gasto com leite para outras necessidades. Elione descreve com simplicidade o impacto prático desse apoio. “Às vezes, o que se transforma em bebida vira bolo, e é o gosto da esperança que faz a diferença. Para muitos, não é apenas um alimento, mas algo que oferece uma nova perspectiva”, ressaltou a presidente da instituição.

Leia Também:  Confira opções de clubes e rios para se refrescar neste calor

Além da doação, a parceria com a Aprosoja MT proporciona oficinas para o aproveitamento da bebida de soja, ensinando as famílias a preparar bolos, batidas e doces, ampliando suas opções alimentares e de receita.

“O auxílio não se resume apenas à alimentação, mas também ao fortalecimento da economia doméstica. Muitas dessas famílias não têm condições de adquirir alimentos com a qualidade e os nutrientes da bebida de soja. Isso se reflete diretamente no dia a dia delas”, observa Elione.

Ela espera que a parceria continue a crescer. “Atendemos famílias inteiras, de crianças a idosos, e sabemos que cada gesto de apoio representa um alívio. Esperamos que essa colaboração siga, trazendo frutos por muitos anos.”

Jorge Diego Giacomelli, 2º diretor Administrativo da Aprosoja MT, também faz questão de acompanhar de perto os projetos que são beneficiados. “Apoiar a Seara de Luz é uma alegria para todos nós. Ver as crianças sendo atendidas, sentir que estamos fazendo a diferença, é algo que nos motiva a seguir em frente.”

Leia Também:  Judocas bolsistas do Governo de MT são convocados para Paralimpíadas de Paris 2024

A parceria não se limita à doação de alimentos. A cada mês, 200 cestas de alimentos são entregues às famílias atendidas pela Seara de Luz, além do apoio ao Projeto Panetone do Bem realizados em anos anteriores, garantindo a continuidade das ações sociais da instituição. Assim, o ciclo de solidariedade e cuidado se perpetua, oferecendo a essas famílias uma chance de recomeço.

68d619dc-107a-4d2f-8415-2de1c284026b.png

Especial Agrosolidário 15 Anos
Neste mês, em comemoração aos 15 anos do Agrosolidário, iremos divulgar uma série de instituições apoiadas pelo programa da Aprosoja Mato Grosso. Ao longo deste especial, mostraremos como nosso apoio tem transformado vidas e promovido a solidariedade nas comunidades. Cada história refletirá o impacto positivo que a união e a solidariedade podem gerar, destacando a importância de continuar essa missão de transformação social.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  18º Encontro Nacional de Violeiros de Poxoréu reúne cerca de 40 mil pessoas

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Mutirão para conciliação de pendências por infrações ambientais começa nesta quinta-feira (16)

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA