MATO GROSSO
Cridac entrega mais de 600 brinquedos a pacientes da unidade
MATO GROSSO
O Centro de Reabilitação Dom Aquino Corrêa (Cridac), unidade especializada gerida pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), realizou, nesta quarta-feira (07.12), sua tradicional festa de Natal. Foram entregues mais de 600 brinquedos às crianças pacientes da instituição.
Durante a festa, que contou com a presença do Papai Noel e de personagens infantis, também foram distribuídos lanches, algodão doce, pipoca, suco e refrigerantes. A diversão das crianças foi embalada por músicas natalinas e regionais, entoadas pela banda da Polícia Militar de Mato Grosso.
A ação contou com a parceria do Comando Geral da PM, das clínicas Florescer Autismo e Singulus, NK Representações, Vendramini, Vitória Licitação, A & R Comercial, Inverter e Agro Amazonas.
Para a secretária executiva da SES, Deisi Bocalon, a iniciativa é importante para promover diversão e integração entre as crianças. “O serviço do Cridac é de acompanhamento de pessoas em reabilitação e essas crianças vão permanecer aqui por muito tempo. Por isso, é bom elas estarem juntas, celebrando e divertindo como se fossem uma grande família, ao lado dos servidores do local. Isso fortalece os vínculos e melhora a qualidade do serviço ofertado”, diz a gestora.
O diretor do Cridac, Luiz Antônio Ferreira, conta que as crianças esperam pelo evento o ano todo. “O Cridac não é só reabilitação, é também humanização, acolhimento e solidariedade. Muitas vezes, este é o único presente ou a única festa de Natal que elas terão. Para nós, é muito gratificante promover essa alegria, porque paciente feliz resulta em melhor atendimento e melhor resultado”, pontua Luiz.
Contente com a atividade, Margarida Martina, mãe do paciente Álvaro Henrique, de 5 anos, acredita que o gesto é para além da entrega de um bem material. Para ela, o evento ajuda na evolução do filho. “Ele se trata aqui desde o primeiro ano de vida. Quando chegou, era bem debilitado e hoje está cada vez melhor. Estamos felizes com a oportunidade de celebrar todos juntos”, pontua. Álvaro é acompanhado no Cridac por fisioterapeuta e fonoaudiólogo.
Pai do paciente Heitor Aparecido, de 4 anos, Hedilson Aparecido, acredita que a celebração é necessária para as crianças interagirem umas com as outras. A mãe de Heitor, Leidiane Agrepina, concorda com o marido e acrescenta que a festa contribui também para o desenvolvimento do filho. “É muito legal estar aqui. Heitor já integra a família Cridac e conta com apoio de fisioterapeuta, fonoaudiólogo e psicólogo. Ele faz ainda terapia ocupacional e arteterapia”, finaliza Leidiane.
Além das ações assistenciais, entre janeiro e novembro de 2022, o Cridac entregou 1.325 cadeiras de rodas comum e motorizadas, 905 órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção.
Serviço
O Cridac é uma unidade da rede de cuidado à Pessoa com Deficiência, localizado na Rua G, s/n Bloco A, Centro Político Administrativo. Para mais informações sobre o atendimento prestado pela unidade especializada, entrar em contato pelos telefones: (65) 3613-1933 ou 3613-1918.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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