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Cursos de beleza e estética reúnem mais de 230 vagas abertas no Senac-MT

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Cursos de beleza e estética reúnem mais de 230 vagas abertas no Senac-MT

Formações são oferecidas em Cuiabá, Rondonópolis, Sorriso, Tangará da Serra, Primavera do Leste, Colíder, Barra do Garças e Água Boa

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Mato Grosso (Senac-MT) está com inscrições abertas para cursos de Cabeleireiro, Limpeza de Pele, Unhas de Gel, Maquiador, Design de Sobrancelha, Alongamento de Cílios e muitos outros que totalizam 231 vagas disponíveis à população. As formações são oferecidas em Cuiabá, Rondonópolis, Sorriso, Tangará da Serra, Primavera do Leste, Colíder, Barra do Garças e Água Boa.

O Brasil é o quarto maior mercado de beleza e cuidados pessoais do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Japão, conforme estudo da Euromonitor International, empresa que pesquisa negócios globais e fornece análises de inteligência estratégica.

“O mercado brasileiro de beleza, estética e bem-estar é um dos maiores e mais promissores do mundo. O que torna as profissões do setor uma das melhores opções para se qualificar e conquistar um alto nível de satisfação e rentabilidade no trabalho. Nossos alunos poderão iniciar o próprio negócio, atuar em clínicas de estética, salões de beleza, consultorias ou, ainda, abrir uma franquia”, destaca a diretora de Educação Profissional do Senac-MT, Rosana Abutakka.

Com o avanço do segmento é essencial buscar uma qualificação alinhada com as atuais necessidades e tendências de serviços e produtos. “Os brasileiros estão cada vez mais preocupados com a aparência e os consumidores consideram os serviços e produtos de estética indispensáveis para o seu bem-estar e rotina de cuidado pessoal, prova disso é que o setor cresceu mesmo durante o período pandêmico”, completa Rosana.

A pessoas interessadas nos cursos devem procurar as unidades do Senac-MT nos municípios ou entrar em contato com a Central de Relacionamento da instituição, pelo WhatsApp (65) 9 9917-6023, disponível para atendimentos das 7h15 às 19h45.

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O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

Confira abaixo a relação de cursos com inscrições abertas por município

Cuiabá

Limpeza de Pele
20 vagas
Carga horária:
 36 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 18 anos e Ensino Médio completo. Ter cursado ou estar cursando Ensino Técnico ou Superior na área de Estética
Valor do investimento: 12 x R$ 19,66 no cartão de crédito sem juros

Cabeleireiro
20 vagas
Carga horária:
 400 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 18 anos e Ensino Fundamental completo
Valor do investimento: 12 x R$ 190,75 no cartão de crédito sem juros

Manicure e Pedicure
20 vagas
Carga horária: 
160 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 18 anos e Ensino Fundamental completo
Valor do investimento: 12 x R$ 48,75 no cartão de crédito sem juros

Maquiador
20 vagas
Carga horária:
 160 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 16 anos e Ensino Fundamental completo
Valor do investimento: 12 x R$ 64,00 no cartão de crédito sem juros

Rondonópolis

Barbeiro
15 vagas
Carga horária: 
172 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 18 anos e Ensino Fundamental completo
Valor do investimento: 12 x R$ 66,33 no cartão de crédito sem juros

Sorriso

Limpeza de Pele
20 vagas
Carga horária:
 36 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 18 anos e Ensino Médio completo. Ter cursado ou estar cursando Ensino Técnico ou Superior na área de Estética
Valor do investimento: 12 x R$ 19,66 no cartão de crédito sem juros

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Unhas de Gel
20 vagas
Carga horária:
 20 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 18 anos e Ensino Fundamental incompleto
Valor do investimento: 12 x R$ 30,66 no cartão de crédito sem juros

Design de Sobrancelha com Henna
20 vagas
Carga horária:
 40 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 16 anos e Ensino Fundamental incompleto

Valor do investimento: 12 x 29,91 R$ no cartão de crédito sem juros

Tangará da Serra

Unhas de Gel
20 vagas
Carga horária: 
20 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 18 anos e Ensino Fundamental incompleto
Valor do investimento: 12 x R$ 30,66 no cartão de crédito sem juros

Primavera do Leste

Design de Sobrancelhas e Depilação Egípcia
12 vagas
Carga horária: 
40 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 16 anos e Ensino Fundamental incompleto

Valor do investimento: 12 x R$ 28,33 no cartão de crédito sem juros

Colíder

Manicure e Pedicure
20 vagas
Carga horária:
 160 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 18 anos e Ensino Fundamental completo
Valor do investimento: 12 x R$ 48,75 no cartão de crédito sem juros

Barra do Garças

Design de Sobrancelhas e Depilação Egípcia
12 vagas
Carga horária:
 40 horas-aula
Pré-requisitos: no mínimo 16 anos e Ensino Fundamental incompleto

Valor do investimento: 12 x R$ 28,33 no cartão de crédito sem juros

Água Boa

Alongamento de Cílios
15 vagas
Carga horária: 
16 horas-aula

Pré-requisitos: no mínimo 16 anos e Ensino Fundamental completo

Valor do investimento: 12 x R$ 36,08 no cartão de crédito sem juros

Por Assessoria de Imprensa/Senac-MT (Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/IPF-MT)
Contato: Maicon Oliveira

Telefone & WhatsApp: 65 9 9909-8332

E-mail: imprensa@mt.senac.br

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MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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