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Defensoria Pública de MT nomeia defensora para auxiliar vítimas das enchentes no RS

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A Defensoria Pública de Mato Grosso (DPMT) designou, nesta quarta-feira (10), a defensora pública Cleide Nascimento para representar o órgão na força-tarefa para a manutenção e ampliação dos serviços prestados pela Defensoria Pública do Rio Grande do Sul, durante o período de calamidade pública no estado.

Em maio, enchentes mataram mais de 180 pessoas e obrigaram mais de 600 mil a abandonar suas casas. O desastre atingiu 471 cidades, com cerca de 800 feridos, e mais de dois milhões de pessoas afetadas em todo o território gaúcho.

A defensora explicou que vai receber os processos de forma remota (online) para manifestar e auxiliar no trabalho da Defensoria gaúcha, visto que muitos processos ficaram sem movimentação por dois meses devido à tragédia.

“Enquanto defensora, acredito que é uma forma de contribuir para minimizar os danos causados às vítimas dessa calamidade no Rio Grande do Sul”, afirmou.

Assim como a infraestrutura do estado, que foi severamente atingida, com a destruição de estradas, pontes e alagamento até do aeroporto internacional de Porto Alegre, a Defensoria gaúcha, bem como todos os equipamentos públicos, também terá muito a reconstruir.

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No dia 10 de junho, a Defensoria Pública do Rio Grande do Sul assinou um termo de cooperação para garantir o direito das pessoas à documentação básica e ao acesso à certidão de nascimento, casamento, identidade, CPF, entre outros documentos, de forma gratuita.

Além disso, em parceria com o Ministério Público Estadual (MPRS) e a Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), a Defensoria estruturou um programa de isenção da conta de água para atingidos pelas enchentes no estado até outubro.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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