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Defensoria requisita e Prefeitura fornece óculos de grau para crianças com dificuldade de aprendizagem em Primavera do Leste

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Irmãos de 8 e 9 anos, com miopia nos dois olhos, receberam óculos de grau gratuitamente

Após requisição da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT), a Prefeitura de Primavera do Leste (239 km de Cuiabá) forneceu gratuitamente óculos de grau para os irmãos D.W.N.E. e J.P.N.R., de 8 e 9 anos, com diagnóstico de miopia em ambos os olhos.

“Nossa! É um alívio muito grande para quem tem dificuldade financeira. Aliviou demais o bolso. Um já é difícil. Ainda mais dois. E foi muito rápido”, afirmou a mãe deles, F.S.N.R., 28 anos, que trabalha como auxiliar de limpeza.

De acordo com a família, a escola reportou que o mais novo não estava enxergando a lousa e não conseguia fazer a lição, mesmo com os óculos.

“Quando levei o D. para a consulta, o doutor falou que ele passou de 4 para 9 graus. Tive que trocar tudo, lente, armação. Eu ainda estava pagando o anterior. Levei o João também porque ele dizia que de longe não enxergava o quadro e deu 2 graus de miopia”, revelou a mãe.

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Ela conta que chegou a gastar mais de R$ 2.500 com três óculos para o filho mais novo e não teria condições de arcar com um novo par, além dos óculos para o mais velho, um custo total de aproximadamente R$ 4 mil.

Diante disso, a família procurou o Núcleo de Primavera do Leste da Defensoria Pública, que imediatamente enviou um ofício requisitório à Secretaria Municipal de Saúde, no dia 22 de outubro.

“Ademais, impende ressaltar que as crianças possuem diagnóstico de Miopia em ambos os olhos, e necessitam de óculos de grau conforme prescrição médica, mas a família não possui condições financeiras para comprá-los”, diz trecho do ofício.

O defensor público Nelson Gonçalves de Souza Júnior, autor da requisição, solicitou a disponibilização dos óculos com urgência, no prazo de dez dias úteis, tendo em vista a situação de vulnerabilidade social e econômica da família.

No dia seguinte (23), o ofício requisitório da Defensoria foi respondido pela secretária municipal de Saúde, Paula Cristina Xavier Magalhães de Castro, solicitando que a mãe levasse documentos para fazer o cadastro visando o fornecimento dos óculos.

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Em cerca de 15 dias, segundo a família, os óculos foram entregues pela Prefeitura, com impacto positivo na saúde ocular e no desempenho escolar dos alunos.

“D. tinha dificuldade de ficar com os óculos nos olhos. Agora, ele fica direto, 24 horas. Ele era a minha maior preocupação. O mais velho também já se adaptou aos óculos”, contou a mãe, aliviada.

O programa de saúde ocular, citado na requisição da Defensoria, está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e inclui desde consultas e realização de exames para diagnóstico até tratamentos, que podem ser cirúrgicos, medicamentosos e transplantes, assim como o fornecimento de óculos para quem tem doenças oculares e não pode pagar pelo item.

Todo cidadão com problemas oftalmológicos, que não tem condição de arcar com os custos de medicamentos, óculos e outros procedimentos, pode procurar o núcleo da Defensoria Pública mais próximo para obter assistência jurídica gratuita.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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