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Defesa Civil Estadual abre inscrições para nova formação de voluntários em Cuiabá

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A Superintendência de Proteção e Defesa Civil do Estado abriu inscrições para a nova turma de formação de voluntários em Cuiabá. O treinamento será realizado no dia 14 de outubro, na Escola Estadual Militar Dom Pedro II – Presidente Médici.

Os interessados podem se inscrever por meio deste formulário (CLIQUE AQUI). Para participar, basta ter mais de 18 anos. O curso é realizado de forma presencial, das 8h às 18h, e gera certificação de 8 horas.

Conforme o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil, coronel BM César Brum, o objetivo do curso é capacitar a população para que haja voluntários que possam ser acionados para uma ação conjunta em caso de desastres. “O treinamento também nos ajuda a desenvolver uma cultura de prevenção”, observou.

Durante o curso, os voluntários irão aprender ferramentas de envio de alertas, legislação básica sobre Proteção e Defesa Civil, atuação de voluntários, noções de primeiros socorros e de preveção e combate à incêndio.

Os voluntários também aprenderão técnicas para construção de abrigos temporários.

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Para outras informações, os interessados podem entrar em contato pelo número (65) 3613-8401.

Serviço
Custo de voluntário de Proteção e Defesa Civil em Cuiabá

Data: 14 de outubro
Local: Escola Estadual Militar Dom Predro II – Presidente Médici
Avenida Mato Grosso, Araés, Cuiabá – MT
Inscrições gratuitas em: https://forms.gle/o8tNes5mCNNDycdk8

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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