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Defesa Civil Estadual emite alerta de chuvas intensas para 47 municípios

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As intensas chuvas continuam predominando em Mato Grosso e com previsão de maior volume nas regiões Sudeste, Sudoeste, Norte e Centro–Sul. A Defesa Civil Estadual divulgou, nesta segunda-feira (14.02), alerta na cor laranja que indica perigo para tempestade em 47 munícipios do Estado. Pode haver chuvas de 30 a 60 mm/h, além de ventania de 60 a 100 km por hora, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia  (Inmet).

Conforme o superintendente de Proteção e Defesa Civil estadual, tenente-coronel BM Luís Cláudio Cruz, uma força-tarefa composta por servidores das prefeituras, agentes da Defesa Civil municipal e Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, está trabalhando para minimizar os impactos e os estragos causados pelas chuvas.

“Em áreas rurais, estamos atuando conjuntamente com os municípios na manutenção de pontes e estradas, por enquanto, não houve registro de vítimas feriadas ou mesmo mortes em decorrência das chuvas. Já em áreas urbanas, temos recomendado a verificação das condições de telhados e calhas, os moradores precisam estar atentos aos ralos e drenos que precisam estar limpos e desobstruídos para escoar as águas das chuvas”, disse o tenente-coronel.

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Relatórios da Defesal Civil já apontam que alguns municípios mato-grossenses já estão com situação de emergência declarada, como Água Boa, Confresa, Gaúcha do Norte, Luciara, Nova Bandeirantes, Paranatinga, Porto Alegre do Norte, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, Vila Bela da Santíssima Trindade e Vila Rica. “Com isso, essas cidades já podem ter acesso a recursos federais com mais facilidade para ações que minimizem os impactos de danos causados pelas chuvas”.

Para esta semana, a classificação de alerta laranja de perigo são para os seguintes municípios: Alto Garças, Araputanga, Aripuanã, Barão de Melgaço, Barra do Bugres, Brasnorte, Cáceres, Campo Novo do Parecis, Campos de Júlio, Castanheira, Colniza, Comodoro, Conquista D’Oeste, Cotriguaçu, Curvelândia, Diamantino, Figueirópolis D’Oeste, Glória D’Oeste, Indiavaí, Itiquira, Jauru, Juína, Juruena, Lambari D’Oeste, Mirassol d’Oeste, Nossa Senhora do Livramento, Nova Lacerda , Nova Marilândia, Nova Olímpia, Pedra Preta, Poconé, Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Porto Estrela, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Rondolândia, Rondonópolis, Rosário Oeste, Salto do Céu, Santo Afonso, Santo Antônio do Leverger, São José dos Quatro Marcos, Sapezal, Tangará da Serra, Vale de São Domingo e Vila Bela da Santíssima Trindade.

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Serviço de SMS gratuito com alerta de risco

A população pode receber avisos antecipada via SMS sobre chuvas. Os alertas incluem risco de inundações, alagamentos, temporais ou deslizamentos de terra, entre outras ocorrências. A população pode se cadastrar gratuitamente enviando um SMS para o número 40199 com CEP do local. Esse serviço de alertas é coordenado pelo Ministério da Integração, em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e operadoras de telefonia móvel.

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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