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Delegado alerta população de Sorriso sobre golpes de extorsão

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A Polícia Civil alerta a população sobre o crescimento na quantidade de golpes aplicados, nas últimas semanas. De acordo com o delegado responsável pelo Núcleo Especializado de Roubos e Furtos, Bruno França, se trata de um golpe cíclico. “Ele é antigo e sempre desaparece e retorna com várias ocorrências.” “Em Sorriso iniciou-se, há aproximadamente 10 dias vários casos a respeito, golpe é verdadeiro, as ameaças não são. Basicamente ele consiste em os criminosos entrarem em contato com a vítima e inventam uma história de cobertura, alegando que tiveram prejuízo por conta de alguma conduta da vítima ou perca de drogas, soja, uma história falsa. Eles se apresentam como membros de facção criminosa e começam a fazer seríssimas ameaças a vítima, pedindo dinheiro em contrapartida”, explicou o delegado.

“A Polícia Civil quer tranquilizar a população. Primeiro, dizer que se trata de um golpe, crime de extorsão não se trata de uma ameaça real e pedir a população procurar à polícia, trazer as informações a respeito dos terminais telefônicos que as contactaram e, acima de tudo ficar calmo, porque é um golpe muito duro, os criminosos colocam a vítima em estado de terror, ela não consegue nem raciocinar direito.”

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Bruno também explicou que durante as ameaças, os criminosos pegam fotos em redes sociais da vítima, fazendo montagens para “dar o ar de que se trata de uma coisa real.” Ele também reforça a importância de que os afetados pelo golpe devem registrar o boletim de ocorrência, auxiliando nas investigações. “Trata-se de quadrilhas especializadas nesse golpe, então você consegue identificar pluralidade e similaridade em terminais telefônicos, a gente pede pro juiz a quebra da estação rádio base, até que a gente consegue identificar de onde estão partindo esses golpes. Geralmente, são escritórios com vários criminosos dentro, como funcionam golpes de sites, intermediários e diversos outros”, concluiu.

Só Notícias/Ana Dhein com Lucas Torres, de Sorriso (foto: Só Notícias/Lucas Torres)

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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