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Deputado chama Lula de “merda de burro” e Emanuelzinho critica baixo nível no Congresso

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O deputado federal Emanuelzinho (MDB) saiu em defesa do presidente Lula e do ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), durante reunião da Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento nesta quarta-feira (03.07).

Ao criticar a ausência de membros do Governo Federal que foram convocados na Comissão, o deputado Evair de Melo (Progressistas) classificou Lula como “merda de burro”.

Em resposta, Emanuelzinho criticou o nível do debate na Câmara dos Deputados e afirmou que a postura de alguns colegas pode ser classificada como “infantilidade”.

“Algumas das palavras aqui não contribuem em nada com o debate, alguns termos não colaboram com o debate, alguns parlamentares que não estão aqui mais chegaram o termo ‘embriagado’, ‘verme’, ‘merda’ e que eu peço que sejam retiradas das notas taquigráficas porque não contribuem em nada com o debate para as políticas públicas no Brasil”, afirmou o deputado.

“Os termos que a oposição tem tratado a política brasileira tem colocado o nível do bate público abaixo do chão, nunca se viu antes na história desse parlamentar este nível de infantilidade, parece mais um parquinho do que um parlamento”, completou o parlamentar.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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