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Desembargador vê “manobra vergonhosa” de Satélite e Dilmar

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O desembargador Marcos Machado afirmou que o deputado estadual Dilmar Dal Bosco (União) e o suplente Pedro Satélite (PSD) realizaram uma “manobra vergonhosa” para beneficiar empresas do transporte intermunicipal de Mato Grosso.

Relator do processo no Tribunal de Justiça, Machado votou para acatar a denúncia contra os políticos pela acusação de terem recebido propina de empresários do setor de transporte e foi seguido pela Turma de Câmaras Reunidas.

Dilmar e Pedro Satélite foram denunciados pelo Naco (Núcleo de Ações de Competência Originária) do Ministério Público Estadual após a Operação Rota Final, que investigou empresários que teriam pagado propina a agentes públicos.

A propina, segundo o Naco, foi paga para que os deputados impedissem ou retardassem a aprovação do novo sistema de transporte intermunicipal de passageiros, que, entre outras medidas, previa nova licitação de todas as rotas no Estado.

Ao proferir seu voto, Machado afirmou que os políticos agiram de forma que “extrapolaram” a atuação legislativa que exerciam na época do caso.

“A manobra aqui é tão vergonhosa aos olhos do cidadão, que ao invés de agirem como exercício do mandato, não, criaram uma comissão como se fosse legítima para analisar o melhor modelo, as melhores cláusulas para serem usadas”, afirmou.

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“Com objetivo, em tese, de obstar, de protelar a conclusão do referido procedimento conforme se depreende em vários elementos constantes na investigação de quase quatro anos”, completou.

Machado também destacou que, conforme a denúncia, o deputado e o suplente teriam recebido propina mensalmente do grupo criminoso formado por empresários interessados em manter precariamente a exploração do sistema de transporte coletivo em detrimento da coletividade.

FONTE/ REPOST: VITÓRIA GOMES – MÍDIA NEWS 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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