MATO GROSSO
Destinos turísticos recebem R$ 144 milhões em investimentos do Governo de MT
MATO GROSSO
Municípios turísticos receberam mais de R$ 144 milhões em investimentos do Governo de Mato Grosso nos últimos quatro anos. A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio da Secretaria de Estado Adjunta de Turismo (Seadtur-MT), vem estruturando destinos regionais e trabalhando em prol do fomento ao turismo em todo o estado.
Os municípios de Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço, Luciara, São Félix do Araguaia, Cáceres, Jaciara, Chapada dos Guimarães, Barra do Bugres e Porto Estrela, estão recebendo recursos para a construção e revitalização de pontos turísticos e obras de melhorias no acesso. “O aumento de visitantes vai impactar positivamente na economia, na área social, na consciência ambiental da população, com a preservação do meio ambiente e valorização da cultura mato-grossense”, segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Alberto Miranda Lima.
Neste ano, o Governo de Mato Grosso prevê entregar as obras de construção do mirante no munícipio de Jaciara, a reforma da Praça Dom Wunibaldo e o Centro Cultural e Turístico, em Chapada dos Guimarães, além da pavimentação da rodovia estadual MT- 343, entre Porto Estrela e o entroncamento da MT- 246, na região de Barra do Bugres.
O recurso vem sendo aplicado em obras de pavimentação de rodovias, substituições de pontes, construção de orlas turísticas e na capacitação de operadores, guias, dentre outros, que dependem do setor.

As orlas
Entre os investimentos da atual gestão no setor está a construção de cinco orlas turísticas, em Santo Antônio de Leverger, Barão de Melgaço, Luciara, São Félix do Araguaia e Cáceres. As obras buscam potencializar o turismo regional, e ainda abrem espaço para atividades de lazer. Os investimentos são de aproximadamente de R$ 40 milhões. As obras estão em fase de licitação e adaptação de projetos.
“O turismo tem o potencial de se tornar rentável, lucrativo, seguro e ecológico. Priorizar a infraestrutura no turismo é algo histórico, pois com boas estradas e pontes de acesso podemos facilitar a vida dos turistas, dos prestadores de serviços, dos comerciantes que dependem do turismo. O turismo regional gera emprego, renda e valoriza a cultura de cada cidade”, explica o secretário.

Chapada dos Guimarães
Assim como os municípios beneficiados com a construção das orlas turísticas, Chapada dos Guimarães, um dos grandes atrativos turísticos do estado, também tem recebido importantes investimentos. Um dos principais cartões de visitas da cidade, a praça Dom Wunibaldo e o entorno passam por obras de revitalização, avaliadas em R$ 14,5 milhões.
Com 40% de conclusão, a previsão é que a obra seja entregue no mês de julho de 2023. Na cidade, o governo estadual também está construindo o Centro Cultural Turístico de Chapada dos Guimarães, no qual são investidos R$ 487 mil. O novo espaço turístico já está com 96% de conclusão e deve ser entregue em fevereiro deste ano.

Jaciara
Jaciara também está recebendo investimentos no setor turístico. O governo de Mato Grosso está concluindo a construção de uma praça e de um mirante. A obra considerada moderna terá um chão de vidro. O objetivo é oferecer mais um grande ponto atrativo aos moradores e visitantes. A obra orçada em R$ 3.693 milhões está com 50% de execução. A entrega está prevista para abril.
De acordo com o secretário-adjunto de Turismo (Seadtur-MT), Jefferson Moreno, o investimento no turismo em Mato Grosso vai trazer impactos positivos, atraindo o público e fomentando a economia das regiões. “A gestão busca investir em infraestrutura que facilite o acesso e o trabalho no setor, e impacte a vida da população e atraia olhares tanto de fora quanto de dentro de Mato Grosso”, explica o secretário.

Melhor acesso
O deslocamento das pessoas também ficou mais fácil graças aos investimentos em infraestrutura. Na região da Transpantaneira, principal estrada de acesso ao Pantanal mato-grossense, nove pontes de madeira foram substituídas por pontes de concreto.
E, para facilitar o acesso dos visitantes e moradores, trechos importantes da MT-343 estão em melhoria com obras de pavimentação, no trecho que liga Cáceres à Vila Nossa Senhora Aparecida, com investimento total de R$ 23.164.818,11.
Com a rodovia em boas condições de trafegabilidade, a região que sedia anualmente o Festival Internacional de Pesca Esportiva, deve atrair mais turistas.
Atualmente, um novo trecho de 64,41 km da MT -343 vem sendo pavimentado, entre o município de Porto Estrela e a região de Barra do Bugres. A obra que está 90% concluída tem o custo de R$ 40.995 milhões.
Capacitação
Em 2022, mais de 250 profissionais do ramo, entre operadores, guias, gestores públicos e empresários participaram de cursos de capacitação voltados para prestação de serviço ao turista.
Ainda de acordo com o secretário Jefferson Moreno, grandes investimentos foram feitos na estruturação dos municípios, por meio de convênios entre a secretaria e as prefeituras: “Entregamos veículos, barcos e motores, além de já termos encaminhado um projeto para a uniformização dos profissionais, que deverá ser executado já em janeiro, através de kits com uniformes para os guias. Tudo isso servirá para auxiliar no atendimento turístico em Mato Grosso, e já existem muitas outras entregas previstas para o ano de 2023”.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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