MATO GROSSO
Dois homens são brutalmente assassinados a tiros, facadas e pedradas em Sorriso
MATO GROSSO
Dois homens foram brutalmente assassinados, há pouco, no bairro Industrial. Os corpos foram encontrados em um matagal, na rua Turmalinas, nos fundos de uma praça.
O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado pela Polícia Militar, porém, quando a equipe de resgate chegou, as vítimas já estavam sem sinais vitais. De acordo com o soldado Felizardo, os dois homens receberam um tiro na cabeça, cada um, e também foram atingidos com facadas e pedradas.
“Encontramos dois corpos com várias perfurações, no dorso, no rosto, e um deles na nuca, bem como uma perfuração de arma de fogo na cabeça de cada um. A gente também tem indícios de que foi usada uma pedra muito grande nesses homicídios. A gente, chegando no local, constatou que as vítimas já estavam sem sinais vitais”, afirmou o bombeiro.
Segundo o soldado Gleidson, da Polícia Militar, uma das vítimas ainda estava viva quando a equipe policial chegou. “É uma região com pouca iluminação. Quando chegamos, encontramos as vítimas caídas. Uma delas ainda estava viva e acionamos os bombeiros, que tentaram socorrer, mas acabou que os dois faleceram”.
O local foi isolado para análise da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). “O pessoal da Politec vai fazer esse levantamento (das armas usadas no crime). Mas foi verificado pelo pessoal do Corpo de Bombeiros que cada um teve um disparo na face, além de alguns vestígios de que foi utilizada uma faca e uma pedra enorme”.
Familiares das vítimas estiveram no local e já fizeram a identificação. Os nomes, porém, ainda não foram oficialmente divulgados.
Só Notícias/Herbert de Souza e Lucas Torres, de Sorriso (foto: Só Notícias/Lucas Torres)
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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