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Emanuel Pinheiro anuncia abertura de 62 leitos de enfermaria no São Benedito

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O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) anunciou a abertura de 60 novos leitos de enfermaria, destinados a pacientes em geral (não Covid) no Hospital São Benedito. Com isso, a unidade de saúde passará a contar, a partir de quinta-feira (10), com 82 leitos de enfermaria e 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O anúncio foi feito durante live realizada no perfil do prefeito na noite de terça-feira (8). “Estamos abrindo (e vai começar a funcionar depois de amanhã, dia 10) mais 62 leitos de enfermaria. Então, o São Benedito vai para 20 leitos de UTI e 82 leitos de enfermaria para atender cirurgia geral, infectologia, cirurgia vascular, cardiologia e nefrologia […] para cuidar da saúde e da vida da nossa população, principalmente as cirurgias eletivas, que muito me preocupam e que toda hora estão sendo suspensas devido à pandemia”, disse Pinheiro.

O gestor aproveitou para parabenizar aos servidores que atuam no Hospital São Benedito, que desde o início da pandemia de covid-19, em 2020, até novembro de 2021, atendeu a casos da doença, sendo que entre março e novembro do ano passado funcionou exclusivamente para esta demanda.

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Com a redução de casos de Covid-19, o estabelecimento passou a atender, aos poucos, pacientes com outras patologias, desafogando o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) até que os leitos fossem novamente habilitados para casos não covid-19. 

“O Hospital São Benedito tem uma equipe extraordinária, comandada pelo diretor-geral Paulo Rós e diretor-financeiro Eduardo Vasconcelos. Em nome deles, quero abraçar a todos os valorosos servidores pelo trabalho que fazem na Empresa Cuiabana de Saúde Pública – HMC e São Benedito”, elogiou.  O prefeito também lembrou que o processo de habilitação de leitos contou com a atuação do diretor-geral da ECSP, Paulo Rós, e da secretária municipal de Saúde, Suelen Alliend. 

FONTE/ REPOST: ISABELA MERCURI- OLHAR DIRETO 

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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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