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Duas carretas e um carro se envolvem em acidente na BR-163 em Sorriso; carreteiro preso

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O acidente envolveu duas carreta Scania e um Toyota Corolla, brancos, no final da tarde, na BR-163 em Sorriso. Não houve feridos. A versão apurada e, que será investigada, é que uma Scânia seguia sentido Sinop, o carreteiro perdeu o controle e colidiu no carro, que seguia na direção contrária. A Scânia atravessou a pista e atingiu a outra Scania modelo G420, placas de Sarandi (RS), que estava estacionada na lateral da pista.

A cabine da carreta ficou embaixo da carreta graneleira da G420. O Corolla, placas de Sorriso, teve grandes danos, ficou com a frente toda amassada, para-brisas e janelas quebradas, assim como a lateral esquerda, danos no eixo traseiro, suspensão.

O condutor da carreta estaria alcoolizado e foi encaminhado à delegacia de Polícia Civil. Não foi informado onde ele reside. A Polícia Rodoviária Federal atendeu a ocorrência.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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