MATO GROSSO
Educação e Energisa discutem estratégias para resolver demandas das unidades educacionais
MATO GROSSO
A secretária Municipal de Educação, Edilene de Souza Machado recebeu nesta quarta-feira (29), técnicos da Energisa que procuraram o órgão para discutir estratégias de atendimento das necessidades, em especial as relacionadas as instabilidades no fornecimento de energia para as unidades da rede pública municipal, sede e outros setores da educação.
Nos últimos meses, a Secretaria Municipal de Educação protocolou 22 solicitações, sendo seis delas urgentes, visando o aumento de carga, aprovação de projetos, falta de energia, vistorias, ligações e orçamento de obras para aumento de carga instalada nas unidades atendidas pelo Programa Climatizar é Humanizar.
O engenheiro eletricista Sidney Afonso disse que com as ondas de calor as unidades escolares estão com pleno funcionamento dos aparelhos de ar condicionado, exigindo maior consumo de energia. “Todavia, enfrentamos limitações de diversas naturezas, como subtensão na rede de distribuição, princípios de incêndios nos medidores de energia, falta de estrutura da distribuidora para aumento de carga exigindo melhoria de rede, entre outros. Assim, a aproximação da concessionária com a realidade da Secretaria Municipal de Educação é crucial para sanar estes problemas de forma efetiva, auxiliando em uma melhor prestação de serviço à comunidade escolar”, disse Sidney Afonso.
A secretária Municipal de Educação, Edilene de Souza Machado avaliou como positiva a reunião de trabalho. “Estabelecemos canais diretos de comunicação a fim de que possamos resolver efetivamente as demandas da Secretaria Municipal de Educação e, proporcionar a comunidade escolar um conforto maior, diante das altas temperaturas, nos ambientes escolares”, salientou.
Na reunião, o gerente de Construção e Manutenção da empresa, Marcelo Pazoti disse que a empresa procurou a Secretaria Municipal de Educação para entender melhor as demandas da pasta e buscar formas de atender o órgão. “Estamos estabelecendo canais de comunicação para priorizarmos, com todo o cuidado, as obras apontadas como fundamentais pela Secretaria Municipal de Educação. Esse diálogo foi muito importante para explicar e entender demandas da empresa e da secretaria”, destacou o gerente de Construção e Manutenção da empresa, Marcelo Pazoti.
Programa Climatizar é Humanizar
O Programa Climatizar é Humanizar criado pela gestão Emanuel Pinheiro já beneficiou 164 das 170 unidades da rede pública municipal de educação e a meta é climatizar 100% das unidades, até o final de 2024.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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