MATO GROSSO
Educação em Várzea Grande: Investimentos em Estrutura e Tecnologia Sob a Gestão do Prefeito Kalil Baracat
MATO GROSSO
Em Várzea Grande, o ensino público municipal é pensado do berçário às séries finais do Fundamental, mas pelo caminho, estrutura, capacitação, merenda de qualidade e suporte tecnológico são diferenciais na aprendizagem.
No abecedário da educação pública municipal de Várzea Grande, o ensino-aprendizagem é planejado de forma global. Com investimentos em estrutura física, materiais didáticos, capacitação dos servidores, qualidade da merenda e, principalmente, no acesso a uma gama de recursos tecnológicos que estimulem a busca por conhecimento dos alunos e contribuam para a didática dos docentes. E é assim que Várzea Grande oferece ensino básico para mais de 35 mil estudantes.
Qualidade que pode ser comprovada por mães, como a Stephanie Oliveira, moradora do Jardim Glória 2. E os dois filhos, Isadora, 5 anos, e Isaac, 2 anos, estudantes matriculados no município.
“Sou muito grata pelo acolhimento que os meus filhos recebem no CMEI e na EMEB, são muito bem tratados e tenho total confiança. O Isaac, em especial, ele tem APLV e para mim isso era um medo de tirar ele de casa. E todos na escola abraçaram a causa dele, foi feito reunião com nutricionista e me deram segurança, com uma merenda específica para ele.”, contou Stephanie. A mãe ainda lembrou que na gestão do Kalil, houve a entrega de kits com livros e material educativo, para o incentivo da leitura e da preservação ambiental.
Tecnologia – A qualidade da educação em Várzea Grande é resultado de um investimento de R$ 250 milhões, que inclusive garantiu ao prefeito Kalil Baracat o prêmio “Prefeito Inovador” da Rede Cidade Digital (RCD). O reconhecimento foi pelas realizações, como o investimento de R$ 4,5 milhões em tecnologias educacionais, como lousas digitais e mesas interativas.
O prefeito ainda investiu na expansão do número de vagas, em cerca de 25%, com unidades novas ou ampliadas. E entregou o Núcleo Educacional Tecnológico de Várzea Grande (NET/VG), espaço criado para que alunos e educadores da Rede Municipal tenham acesso à capacitação em novas tecnologias, permitindo capacitação constante aos profissionais da Educação, desde merendeiras até os professores e coordenadores.
“Fomos além do básico por acreditar que uma base forte é que alicerça o ensino para o futuro”, como faz questão de reforçar o prefeito e candidato à reeleição pela Coligação Várzea Grande Melhor, Kalil Baracat (MDB).
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
-
MATO GROSSO4 dias atrásHarmonização de cervejas e chocolate eleva a experiência da Páscoa; confira as dicas da especialista do Grupo Petrópolis
-
MATO GROSSO4 dias atrásCONCEEL-EMT discute reajuste tarifário e impactos para consumidores em Mato Grosso
-
MATO GROSSO4 dias atrásReferência no acolhimento a crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer, AACCMT completa 27 anos de atuação
-
MATO GROSSO4 dias atrásAcrismat fortalece suinocultura com missão técnica ao berço da Suinocultura no Brasil
-
MATO GROSSO4 dias atrásProrrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso
-
POLÍTICA MT2 dias atrásVereador Alex Rodrigues busca em São Paulo soluções para despoluição do Rio Coxipó
-
BRASIL4 dias atrásItaipava convoca Ronaldinho Gaúcho para ser embaixador da marca e revela o “segredo” de seu passe mais icônico
-
MATO GROSSO21 horas atrásCredores denunciam irregularidades no processo de recuperação judicial do Grupo Cella