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EDUCACENSO 2022 já está aberto para as escolas inserirem seus dados

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Anualmente, é realizado no Brasil o censo escolar, a ferramenta que permite conhecer a situação da Educação no país. Por meio da parceria entre Governo Federal e Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, com a participação das escolas públicas e privadas, são coletados dados sobre os alunos, a estrutura das escolas e sua organização pedagógica, entre outros temas que servem de instrumento para avaliação e criação de políticas públicas.

Desde a última quarta-feira (25/05), o sistema do Inep – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – está aberto para a inclusão destes dados. É a etapa da Matrícula Inicial.

O coordenador estadual do EducaCenso, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), Rodrigo Jacob, reforça a importância do preenchimento correto e fiel de dados, realizado pelos secretários das unidades escolares. Rodrigo alerta que essas informações são utilizadas para fins estatísticos e, também, financeiros.

“Para a rede pública. é importante entender que, a partir desses dados, são feitos os cálculos de distribuição de recursos federais, como os direcionados a livros didáticos, transporte escolar, alimentação escolar e o Fundeb. Todos são calculados em cima do número de matrículas coletadas por essa etapa do Censo, que é a Matrícula Inicial”, explica o coordenador da Seduc-MT.

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Estes dados também interferem na rede privada de ensino, pois é a partir da análise das informações do censo, que se autoriza a realização ou mesmo o credenciamento de cursos, além da própria realização do Enem, planejado com base nas informações dos alunos matriculados.

Essa gama de informações contempla todas as modalidades da educação básica e profissional, abordando o Ensino Regular, a Educação Especial, a Educação de Jovens e Adultos e os cursos técnicos e de qualificação profissional.

O preenchimento dos dados das escolas tem caráter declaratório e, por isso, deve ser o mais fiel possível à realidade da unidade, oferecendo as informações atualizadas de alunos, professores e toda a gestão escolar.

Na Escola Estadual Liceu Cuiabano Maria de Arruda Muller, que atende atualmente 1.475 estudantes do Ensino Médio, a equipe da secretaria já está preparada para disponibilizar as informações da unidade.

Rodrigo Clementino, secretário da escola, frisou a importância dos dados que compõe o censo e que são utilizados pela própria Seduc-MT para a criação das políticas públicas condutoras da educação estadual. Por isto mesmo, a unidade está cadastrando as informações.

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“Na realidade, nossa secretaria já começa a pensar no censo desde a matrícula. Por isso, organizamos a documentação e atualizamos as informações dos alunos, para ir alimentando o sistema e acompanhando toda a migração dos dados para o Inep”, detalhou o secretário escolar.

Para as escolas preencherem os dados, basta acessar Aqui.

O coordenador estadual do EducaCenso explica ainda que, neste ano, a pesquisa tem novidades, como o Novo Ensino Médio, dados sobre Convênios, alunos da Educação Especial, o que pode gerar dúvidas. E, para atender essa demanda, no dia 07 de junho, às 8h, será realizada a Live “Vamos falar sobre o Censo Escolar 2022”, no canal do YouTube da Seduc-MT.  

O encontro virtual é aberto a toda a sociedade e será uma oportunidade para entender melhor a importância de entregar os dados, além de tirar dúvidas. Informações mais detalhadas sobre o censo também estão disponíveis no Site do INEP, ligado ao Ministério da Educação. Basta acessar o link. 

Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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