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“EduMotivação é uma injeção de energia e estímulo para os profissionais da Educação”, diz professora da Rede Estadual

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A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) finalizou, nesta sexta-feira (15.09), a primeira etapa do EduMotivação 2023, realizado com objetivo de motivar, estimular e promover as práticas necessárias para o engajamento, colaboração e integração entre os profissionais da Rede Estadual de Ensino.

Ao todo, mais de 8 mil profissionais participaram da semana de ações nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Pontes e Lacerda, Cáceres e Tangará da Serra.

Para o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, o evento é um complemento motivacional que será levado pelos profissionais para dentro da sala de aula.

“O Governo de Mato Grosso está comprometido em melhorar os índices de educação estadual, e estamos fazendo isso com muita responsabilidade. Pensando nisso, estamos atuando no fortalecimento da área pedagógica e na melhora dos resultados de aprendizagem dos estudantes através do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Com isso, vamos construir um conjunto de ações na comunidade escolar para que todos nós possamos trabalhar em prol dos nossos estudantes”, destacou.

O presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação de Mato Grosso (Undime-MT), Silvio Fidelis, avaliou que o EduMotivação representa o comprometimento do Estado em valorizar o profissional e estimular o seu desenvolvimento em sala de aula. “Muitas coisas boas vêm acontecendo na Educação do nosso Estado. Ações como esta fazem a diferença para os profissionais que atuam em sala de aula e influenciam diretamente nos índices de pontuação dos nossos alunos no Saeb”, comentou.

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O prefeito de Tangará da Serra, Vander Masson, participou do evento realizado no município nesta sexta-feira (15), e ressaltou que a ação resultará no comprometimento dos profissionais e dos estudantes. “O EduMotivação fortalece o núcleo educacional através da capacitação dos profissionais, e com o empenho de todos, resultará no avanço da Educação na nossa região”, apontou.

Para a professora Geane Rodrigues, da Escola Estadual Padre José de Anchieta em Mirassol D’Oeste, o EduMotivação 2023 é uma “injeção de energia e estimulo”, que deverá contribuir para a efetivação das políticas de avanço na educação. “O EduMotivação é uma ação que deu oportunidade de voltar e aprender coisas novas. Recebemos uma formação e aprendemos como trabalhar a tensão dos alunos com a prova do Saeb, para conseguirmos atingir melhores resultados e ficarmos entre os melhores colocados do país”, acrescentou.

A professora Aparecida Buzon, da Escola Estadual Hermes José da Silva, de Nova Lacerda, disse que o EduMotivação é a oportunidade dos profissionais aprenderem e se renovarem por meio de palestras e oficinas que envolvem a avaliação do Saeb. “Nós podemos notar que os investimentos do Governo do Estado já têm dado bons frutos. O EduMotivação nos proporciona um olhar diferente para os temas que nós precisamos desenvolver nas escolas, além de mobilizar o núcleo para a realização das provas do Saeb”, contou.

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Já Ducilene das Graças, da Escola Estadual Marechal Rondon, em São José dos Quatro Marcos, apontou que o EduMotivação é a ferramenta que une a comunidade escolar e proporciona a troca de experiência entre os profissionais.

“Hoje nós temos uma outra percepção de como podemos trabalhar ações dentro da sala, que incentivem e fortaleçam as técnicas de estudo. No ano passado participei e foi muito produtivo, fiquei bastante ansiosa e cheia de expectativas para a ação deste ano, que está muito valiosa”, completou.

Segunda etapa

A segunda etapa do EduMotivação 2023 começa na próxima segunda-feira (18.09), na cidade de Alta Floresta, seguindo para Matupá na terça-feira (19) e Sinop na quarta (20). Na quinta-feira (21) a ação será realizada em Diamantino e, na sexta-feira (22), em Juína.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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