MATO GROSSO
Em Brasília, vereadores por Várzea Grande discutem duplicação da Rodovia dos Imigrantes
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Uma comitiva de vereadores por Várzea Grande discutirá a situação da Rodovia dos Imigrantes com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O encontro acontecerá nesta terça-feira (01.08), em Brasília.
O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, o vereador Pedro Paulo Tolares – Pedrinho (UB), relata que é fundamental a duplicação da via, no trecho várzea-grandense. “Infelizmente, houve obras apenas em outras cidades e Várzea Grande ficou para trás. Nosso município precisa dessas obras e, agora, não queremos mais promessas. Vamos cobrar novamente de forma incansável esse importante benefício para o nosso município”, relata Tolares.
A 1° vice-presidente da Mesa Diretora, a vereadora Gisa Barros (UB), lembrou que a obra dará maior segurança aos motoristas. “A trafegabilidade do trecho de Várzea Grande é perigoso e há um número gigantesco de acidentes. Essa obra é um sonho de todo várzea-grandense”, relata Gisa.
Reunião com Nova Rota do Oeste
A Câmara Municipal reuniu com a atual diretoria da Rota do Oeste, em maio de 2023. Na ocasião os vereadores pediram que houvesse celeridade de um estudo sobre a possível duplicação da Rodovia dos Imigrantes.
O atual diretor-presidente, Luciano Uchoa, relatou, naquela reunião, que há um estudo em andamento e que o apresentaria aos parlamentares. “A Imigrantes é um ponto crítico. O antigo projeto foi iniciado há 10 anos e precisa de atualização. Precisamos apresentar algo que resolva o problema”, disse na época.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0