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Em MT: Casal embriagado se envolve em briga por ciúmes e agride filha que tentou intervir

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Um casal acabou na delegacia após agredir a filha da mulher, de 23 anos, na manhã deste sábado (2) em Nova Mutum (distante de Cuiabá). A mãe e o padrasto da jovem saíram para beber durante a noite, mas ao retornarem para casa, se envolveram em uma briga motivada por ciúmes. Um menino de dois anos, filho da suspeita, foi entregue aos cuidados do Conselho Tutelar. Conforme o boletim de ocorrência, uma vizinha ouviu gritos na residência e contatou a Polícia Militar diversas vezes. Os oficiais chegaram ao local por volta das 5h30. Em uma conversa com a vítima, que é filha da suspeita de 44 anos, ela relatou que a mãe e seu padrasto haviam saído para beber na noite anterior e, por volta das 4h, retornaram à residência, iniciando uma briga.

A vítima tentou separá-los e acabou sendo agredida por sua própria mãe, sofrendo arranhões no rosto e nos braços. A jovem afirmou que o padrasto só não agrediu sua mãe devido à sua intervenção. Ela também mencionou que essa não era a primeira vez que eles brigavam.

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Os militares observaram várias peças de roupas jogadas na parte externa da residência, enquanto no interior, vários objetos foram danificados. A suspeita informou aos militares que o marido tentou incendiar seu veículo, chegando a derramar combustível sobre o carro, mas não concretizou o ato.

No momento da abordagem, o padrasto estava agressivo e agitado, chegando a cair enquanto tentava resistir à prisão. Um policial militar também sofreu uma queda. O casal confirmou que ingeriu bebida alcoólica durante a noite e que, ao retornar para casa, a discussão por ciúmes desencadeou a confusão. Todos os envolvidos foram levados à delegacia para prestar depoimento.

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Empreendedorismo feminino cresce 20% em MT e já soma 244 mil donas de negócios

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A necessidade financeira e a oportunidade de atuar na área desejada impulsionam o aumento de mulheres no empreendedorismo. Pesquisa do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) revela que 244 mil mulheres são donas do próprio negócio no estado. O volume expressivo representa crescimento de 20% em relação a 2025. Em todo o país, são 11 milhões de empreendedoras.

A diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, destaca que essa presença vai além dos números e reflete uma transformação social profunda. “Grande parte das empreendedoras é mãe e responsável pelo sustento do lar. Observamos que, cada vez mais, elas estão mais capacitadas e qualificadas para tocar o próprio negócio em busca de independência, o que transforma a realidade de suas famílias e comunidades por meio da gestão empresarial”, afirma Lélia.

Os números do levantamento confirmam a análise e traçam um perfil detalhado: seis em cada dez dessas mulheres têm entre 25 e 44 anos. No âmbito familiar, 61% são casadas, enquanto solteiras e divorciadas somam 16% cada; 68% do total possuem filhos. Quanto à escolaridade, 47,7% concluíram o ensino médio, 38,1% têm ensino superior e 1,8% possuem pós-graduadas, o que evidencia uma base educacional sólida para a condução das empresas.

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No que diz respeito à atuação no mercado, o setor de serviços lidera com 40%, seguido de perto pelo comércio, com 38%. Os nichos de maior destaque incluem higiene e cosméticos, moda, alimentos e bebidas, saúde e bem-estar e artesanato. A maturidade desses empreendimentos também chama a atenção: 42,9% das empresas são consideradas consolidadas, com tempo de atuação entre 3,5 e 9 anos.

A motivação para abrir o próprio negócio se divide entre sonho e realidade. Enquanto 40% das entrevistadas empreendem por oportunidade, outros 40% o fazem por necessidade financeira. Além disso, a busca por autonomia (31%), a paixão por determinado trabalho (29%) e o desejo por horários mais flexíveis (22%) aparecem como fatores determinantes para a decisão de investir na própria trajetória profissional.

Barreiras

Apesar do crescimento, o acesso ao crédito permanece como um dos principais gargalos para a expansão desses negócios. A pesquisa aponta que três quartos das empreendedoras enfrentam dificuldades nessa área: 31% nunca buscaram crédito, 20% nunca procuraram, mas têm interesse; e 22% já tentaram obter o recurso, mas tiveram o pedido rejeitado. Quando conseguem financiamento, destinam o capital prioritariamente a capital de giro, reformas, ampliação, compra de materiais e quitação de dívidas.

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Outro ponto crítico é a informalidade, alimentada por entraves burocráticos e receios financeiros. Para 38% das mulheres, o excesso de burocracia representa o maior obstáculo à formalização, enquanto 21% admitem medo de assumir compromissos fiscais. Além disso, 20% das entrevistadas não veem necessidade imediata de formalizar o negócio. Na visão de analistas, os indicadores mostram espaço importante para ações de conscientização e simplificação de processos por parte dos órgãos de apoio.

Sobre a pesquisa

O levantamento especial feito pelo Sebrae/MT foi realizado por meio de entrevistas telefônicas, com 1.304 empreendedoras no estado de Mato Grosso. O estudo apresenta uma taxa de confiança de 95% e margem de erro de 4%.

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