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Em primeira Operação Lei Seca, cinco motoristas são presos por embriaguez em Tangará da Serra

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O município de Tangará da Serra (248 km de Cuiabá) aderiu ao Termo de Cooperação da Operação Lei Seca, do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).

Durante a primeira operação realizada na Avenida Brasil, na região central do município, cinco motoristas foram presos por embriaguez ao volante, na madrugada deste sábado (05.02).

Durante a ação, foram realizados 102 testes de alcoolemia. Destes, 13 condutores foram flagrados dirigindo sob efeito de álcool, sendo autuados pela prática, e um se recusou a fazer o teste.

Os agentes da segurança pública identificaram ainda outros três motoristas que não possuíam Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e nove conduziam veículo sem registro ou não licenciado.

Nesta operação, foram registrados 29 Autos de Infração de Trânsito (AITs). Ao todo, 55 veículos foram fiscalizados, dentre eles, 19 foram removidos, dos quais 12 carros e sete motocicletas e outros 24 autuados.

Os agentes recolheram dez documentos, sendo nove CNHs e um Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLVs).

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Após adesão do termo, equipes do Departamento de Trânsito do Estado (Detran), Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran) e do GGI se deslocaram até o município para capacitar o efetivo local a fim de realizarem as operações Lei Seca de forma autônoma.

Na oportunidade, também foram ofertadas ao GGI Municipal de Cáceres materiais de sinalização e apoio, sendo 50 cones, três barreiras sanfonadas, cinco barreiras plásticas horizontais, duas mesas dobráveis, um notebook e duas câmeras GoPro Black Hero 9 para serem utilizados nas operações.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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