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Emanuel manda unidades de saúde abrirem sem intervalo para almoço

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), anunciou nesta segunda-feira (10) que editará um decreto que proíbe o fechamento das unidades básicas de saúde no horário de almoço, além da possibilidade de abri-las aos fins de semana. Além disso, dá autonomia ao secretário de Saúde para proibir a concessão de férias aos servidores da Saúde que atuam na ponta.

O motivo do decreto é o aumento dos casos de Covid-19 após as festas de fim de ano e o novo surto de gripe. Recentemente, um homem chegou a desmaiar em frente a uma unidade de saúde que estava fechada em virtude do horário de almoço dos profissionais. Atualmente, apenas UPAs e policlínicas estão abertas 24 horas, sem qualquer intervalo.

“As unidades vão ficar abertas das 7h às 17h, inclusive no horário de almoço. Hoje, elas abrem das 7h as 17, mas fecham 11h00 às 13h00. Se houver a necessidade de abertura aos finais de semana, nesse decreto dou poderes ao secretário de saúde para que possa não só suspender as férias de servidores se for o caso, e também abrir estas unidades de saúde aos fins de semana”, explicou o gestor, que recebeu a dose de reforço da vacina contra a Covid-19 nesta segunda-feira.

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De acordo com o prefeito, com os novos números da Covid-19, bem como o surto gripal, a prefeitura se planejou para melhorar o atendimento. O reforço das unidades básicas, segundo ele, tem se mostrado eficaz para atendimento à população. “Com a determinação das unidades básicas abrirem no horário de almoço, o avanço da vacinação, acreditamos que não haverá necessidade de uma ou outra medida mais gravosa”, assinalou.

O prefeito, porém, descartou novas flexibilizações. Segundo ele, está descartada a possibilidade da prefeitura realizar Carnaval de rua neste ano. “Não há como. A não ser que ocorra alguma coisa surpreendente nestes próximos 30, 40 dias”, assinalou o prefeito, que disse que buscará o convencimento dos prefeitos da Baixada Cuiabana em suspender o evento.

“Vou pedir, respeitando a autonomia de cada um. Sei que é importante para a economia do município, mas temos que pensar a que custo será isso. Até porque, todo o atendimento deságua em Cuiabá, que carrega a saúde do Estado nas costas”, completou.

Emanuel Pinheiro, contudo, assegurou que as aulas presenciais seguem mantidas na capital. “Com a vacinação, que está sendo sucesso, não tem porque retroagir neste momento. Vamos acompanhando, mas acredito que não será necessário retroagir”.  

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FONTE/REPOST: Rafael Costa – FOLHAMAX

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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